Decisão do caso BPP e João Rendeiro marcada para 4 de junho

O ex-presidente do Banco Privado Português (BPP) e quatro antigos administradores, acusados de adulterar contabilidade, entre 2001 e 2008, de falsidade informática e falsificação de documentos.

O ex-presidente do Banco Privado Português (BPP) e quatro antigos administradores, acusados de adulterar contabilidade, entre 2001 e 2008, de falsidade informática e falsificação de documentos, vão ouvir a decisão do coletivo de juízes na segunda-feira.

A sessão de leitura do acórdão está marcada para o dia 4 de junho, às 14.00.

O processo criminal do BPP analisa a alegada falsificação de contabilidade no banco, intervencionado pelo Banco de Portugal no final de 2008, devido a falta de liquidez.

O Ministério Público, em sessões anteriores, pediu pena de prisão entre sete e nove anos para o fundador e ex-presidente do BPP, João Rendeiro, e prisão entre seis e oito anos para os ex-administradores Paulo Guichard e Salvador Fezas Vital, enquanto que para os ex-administradores Fernando Lima e Paulo Lopes, o Ministério Público pede apenas penas suspensas.

No âmbito do dossier BPP decorrem ainda outros processos, como um processo por burla qualificada e um processo de recursos dos ex-administradores por contraordenações (com multas) aplicadas pelas autoridades de supervisão.

 

 

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