Nasdaq toca novo recorde. Wall Street brilha

As bolsas norte-americanas encerraram em alta, acompanhando a tendência positiva das praças europeias em dia de reunião do BCE. As tecnológicas brilharam.

A Europa brilhou com a decisão de Mario Draghi de adiar o fim do programa de estímulos, ao mesmo tempo que empurrou para mais tarde uma subida dos juros na Zona Euro. E contagiou as praças norte-americanas. Wall Street valorizou, com o índice que agrega as tecnológicas a tocar um novo máximo histórico.

O Banco Central Europeu (BCE) deveria fechar a torneira em setembro, colocando um fim ao programa de compra de dívida. Mas não o fez. Anunciou um corte das compras a partir de setembro, relegando para o final do ano a conclusão dos estímulos. Ao mesmo tempo, e enquanto a Fed vai acelerar a subida dos juros, na Zona Euro o aumento das taxas só acontecerá depois do verão do próximo ano.

Com estas decisões, Mario Draghi puxou pelas bolsas europeias, com os bancos a destacarem-se. E acabou por dar ânimo às praças do outro lado do Atlântico. O S&P 500 encerrou a sessão a valorizar 0,27% para 2.783 pontos, beneficiando também do aumento das vendas a retalho. O Dow Jones, por seu lado, recuou ligeiros 0,1%.

Melhor desempenho teve o Nasdaq. O índice que agrega as maiores tecnológicas norte-americanas encerrou a negociação a valorizar 0,86% para os 7.756 pontos. Tocou, durante a sessão, o nível mais elevado de sempre.

A puxar pelo índice esteve o anúncio de uma oferta de aquisição no valor de 65 mil milhões de dólares por parte da Comcast por alguns dos ativos da 21st Century Fox.

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