A tarde num minuto

Não teve tempo de ler as notícias esta tarde? Fizemos um best of das mais relevantes para que fique a par de tudo o que se passou, num minuto.

A Altice confirmou a venda das torres de telecomunicações da Meo por 660 milhões de euros. O consórcio comprador inclui um fundo de Pires de Lima e Sérgio Monteiro e o Morgan Stanley. A CMVM relata, todos os anos, vários crimes cometidos no mercado português. Este ano há um supervisor e um assessor que usaram informação privilegiada. E um investidor que manipulou com uma ação.

A Altice fechou a venda das torres de telecomunicações da Meo a um consórcio que tem um fundo de investimento de Pires de Lima e Sérgio Monteiro e o Morgan Stanley, avançou a Bloomberg (acesso condicionado), tal como confirmou a própria empresa mais tarde em comunicado. A empresa deverá ainda vender ao grupo KKR uma participação minoritária na subsidiária que gere estas infraestruturas em França.

Transacionam-se milhões e milhões de euros por dia no mercado de capitais português. São negócios atrás de negócios que procuram ganhar com o sobe e desce das ações, quase todos de forma lícita… mas muitos de forma ilícita. São ordens dadas com base em informação privilegiada, operações que procuram manipular o valor dos títulos, que são realizadas tanto pelo investidor comum como por administradores de empresas. E, diz a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), até por um membro de um supervisor.

Os bancos da União Europeia deverão reduzir o stock de crédito em risco de incumprimento para o máximo de 5% do total da carteira de crédito, anunciaram a Alemanha e França num documento conjunto, onde recomendam um teto máximo que vai forçar países como Itália e Portugal, mais expostos a este risco, a acelerar planos para reduzir o malparado.

A Anacom vai obrigar as operadoras de telecomunicações a usarem “uma linguagem clara e acessível” nas respostas dadas às reclamações feitas pelos clientes. A informação prestada a quem reclama também deve ser “completa, concreta e fundamentada”. Ou seja, acabam-se as repostas automáticas.

Em dia de jogo da seleção portuguesa, o país parou… literalmente. Enquanto o 11 nacional lutava por mais um golo contra a equipa marroquina, os portugueses estavam tão concentrados no jogo que as transações multibanco caíram significativamente. De acordo com o post publicado na conta oficial do Twitter do Multibanco, “quase não houve operações multibanco” durante o período do jogo.

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