Tensões EUA-China aliviam. Wall Street no verde

Trump decidiu ser mais "brando" do que se esperava com o investimento chinês, o que colocou Wall Street no verde, esta quarta-feira. Investidores oscilam entre pessimismo e esperança, dizem analistas.

Afinal, Donald Trump não vai aumentar as restrições de acesso dos investidores chineses às empresas tecnológicas norte-americanas. A notícia deixou os investidores confiantes e colocou Wall Street no verde, esta quarta-feira. Na abertura da sessão, os três principais índices dos EUA estão a negociar em terreno positivo, registando-se ligeiros ganhos.

O índice de referência S&P 500 está a valorizar 0,27% para 2.730,49 pontos. Igual tendência segue o tecnológico Nasdaq, que está a subir 0,29% para 7.583,22, e o industrial Dow Jones, que está a avançar 0,34% para 24.365,94 pontos.

Esta quarta-feira, o Wall Street Journal (acesso pago) adiantou que a Casa Branca decidiu substituir o plano de endurecer as restrições de acesso dos investidores chineses às empresas tecnológicas norte-americanas por um sistema de avaliação mais rígido, no que diz respeito à segurança social. O momentâneo alívio das tensões entre os Estados Unidos e a China está já a ter efeitos positivos, embora modestos, na praça bolsista norte-americana.

“Os investidores estão a tentar decidir que impacto terá esta política no comércio com a China e com o resto do momento, oscilando entre o pessimismo e a esperança de que não será tão severo quanto esperado“, explica o analista Rick Meckler, da Cherry Lane Investments, citado pela Reuters.

Uma das empresas potencialmente mais afetadas por esta nova política de Donald Trump é a gigante chinesa Alibaba, que está cotada em Wall Street. Nesta sessão, os seus títulos estão a recuar 0,38% para 190,68 dólares.

Melhores momentos estão a viver as ações da multinacional liderada por Tim Cook, que estão a valorizar 0,98% para 186,24 dólares. Os títulos da Alphabet seguem a batuta, subindo 0,95% para 1.143,02 dólares.

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