A tarde num minuto

Não teve tempo de ler as notícias esta tarde? Fizemos um best of das mais relevantes para que fique a par de tudo o que se passou, num minuto.

Há 36 casas disponíveis, nas freguesias do Areeiro, Beato, Benfica, Lumiar, Marvila, Olivais, Santa Clara e Santa Maria Maior. Variam entre o T0 e o T3 e as rendas vão dos 124 aos 373 euros. A Câmara de Lisboa cedeu o parque de estacionamento do Palácio Pombal a Madonna, mas que outras opções teria a cantora pop? Há várias alternativas, todas bem mais caras.

A Câmara de Lisboa lançou, esta segunda-feira, um novo concurso no âmbito do Programa Renda Convencionada. Estão disponíveis, com rendas acessíveis, mais de três de dezenas de casas, já reabilitadas ou com obras em curso, em várias freguesias da cidade.

Medina cedeu a Madonna o parque de estacionamento do logradouro do Palácio Pombal, mesmo na zona onde a cantora mora. Mas, se não fosse a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que outras hipóteses havia para estacionar os 15 automóveis de todo o seu staff? O ECO analisou as várias possibilidades disponíveis na zona e concluiu que a forma mais barata custaria, no mínimo, mais 255 euros do que a oferecida pela autarquia. Mas a fatura poderia engordar até aos 2.800 euros.

No mesmo ano em que o Parlamento discutia as polémicas alterações às regras de financiamento partidário e em que se realizaram eleições autárquicas, os partidos políticos entregaram na Administração Tributária um número elevado de pedidos de restituição do IVA. De acordo com a Conta Geral do Estado de 2017 (CGE2017) publicada esta segunda-feira pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), foram entregues no ano passado 74 pedidos de devolução de IVA, o que compara com apenas dois em 2016.

Os norte-americanos da Massachusetts Financial Services estão preocupados com a incerteza criada pela oferta da China Three Gorges sobre a EDP e pediram à administração da EDP Renováveis para clarificar se podem ser registadas ofertas concorrentes sobre a empresa de energias limpas antes de os chineses obterem o registo da sua oferta.

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) lançou um novo simulador, que permite comparar preços de energia, há cerca de um mês. Desde o lançamento, a plataforma já teve mais de 36 mil acessos, e ajudou cerca de 20 mil pessoas a encontrar um preço mais baixo.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

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António Costa
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