Macron, Juncker e Sánchez vêm a Portugal discutir energia

  • Lusa
  • 10 Julho 2018

O Presidente francês, o chefe de Governo espanhol e o Presidente da Comissão Europeia vêm a Lisboa a convite de António Costa no dia 27 de julho, para falar de interligações energéticas.

O chefe de Estado francês, o líder do Governo espanhol e o presidente da Comissão Europeia estarão em Lisboa, no próximo dia 27, a convite do primeiro-ministro português, para participarem numa cimeira sobre interligações energéticas.

Fonte oficial do Governo português disse à agência Lusa que o Presidente da República de França, Emmanuel Macron, terá antes do início desta cimeira um almoço de trabalho com o primeiro-ministro português, António Costa.

Pela manhã, na Fundação Calouste Gulbenkian, António Costa e Emmanuel Macron estarão também juntos numa iniciativa intitulada “Encontro com cidadãos”, que durará cerca de hora e meia e em que o chefe de Estado francês e o primeiro-ministro português vão responder a algumas perguntas formuladas pela assistência sobre os principais temas da agenda europeia.

Um encontro com idênticas características foi promovido no Porto, por ocasião da recente visita a Portugal da chanceler germânica, Angela Merkel.

No que respeita à cimeira sobre interconexões energéticas no sudoeste europeu – juntando já o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e o presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker -, realizar-se-á na parte da tarde após o almoço de trabalho entre António Costa e Emmanuel Macron.

Na cimeira, que terá lugar no centro de Lisboa, está também prevista a presença do presidente do Banco Europeu de Investimentos (BEI), Werner Hoyer.

“O objetivo central da cimeira é avançar no cumprimento do objetivo europeu em matéria de energia e combate às alterações climáticas”, acrescentou à agência Lusa a mesma fonte do executivo nacional.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Macron, Juncker e Sánchez vêm a Portugal discutir energia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião