Reino Unido e EUA comprometidos em fechar um acordo de livre comércio para o pós-Brexit

Donald Trump recuou e disse que apoia qualquer plano que o Governo britânico tenha para a saída da União Europeia. Países vão empenhar-se para ter um acordo de livre comércio.

O Reino Unido e os Estados Unidos concordaram em empenhar esforços para chegarem a um acordo comercial “ambicioso” entre os dois países após o Brexit, garantindo ainda que apoia qualquer plano do Governo britânico para a saída da União Europeia. A informação foi dada pela primeira-ministra, Theresa May, numa conferência de imprensa conjunta com o Presidente norte-americano, Donald Trump, que está de visita ao país. Os dois líderes acreditam que um acordo bilateral para a promoção do comércio é possível.

A informação surge um dia depois de ter sido publicada uma entrevista a Donald Trump no tabloide britânico The Sun. O Chefe de Estado criticou a forma como Theresa May tem levado a cabo as negociações para a saída do Reino Unido da União Europeia, alertando que o plano atual poderá “matar” as hipóteses de um acordo de livre comércio entre Reino Unido e Estados Unidos. Já esta sexta-feira, Donald Trump acusou o jornal de fake news, garantindo não ter criticado a primeira-ministra britânica.

Na conferência de imprensa conjunta desta sexta-feira, Trump disse que apoia qualquer plano para o Brexit que o Governo britânico queira implementar e agradeceu à primeira-ministra os esforços para fechar um acordo de livre comércio, numa altura em que têm vindo a escalar as tensões comerciais entre os Estados Unidos, a China e a Alemanha. O Presidente afirmou ainda que ficou a conhecer melhor a primeira-ministra com esta visita oficial, considerando-a uma “negociadora forte” e “uma mulher muito inteligente, muito forte e muito capaz”.

Os dois líderes falaram ainda do encontro que Donald Trump terá com o Presidente russo Vladimir Putin. May terá dado conselhos ao líder norte-americano, nomeadamente passar de uma postura de firmeza para uma postura de união em torno da Nato. O conselho de May surge pouco depois de terem surgido notícias de que Donald Trump terá ameaçado retirar os Estados Unidos da aliança.

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