A manhã num minuto

Não sabe o que se passou durante a manhã? Fizemos um vídeo que reúne as notícias mais relevantes, em apenas um minuto.

Defesa entregou recurso da decisão que condenou Salgado a pagar 3,7 milhões de euros. E questiona a diferença de 110 páginas entre a decisão lida e a depositada no Citius. A Raize já começou a negociar na bolsa de Lisboa. Os títulos deram um pulo de 10% para 2,20 euros por ação, com mais de 49 mil ações a trocarem de mãos.

Estes são, de forma resumida, os argumentos usados pela defesa de Ricardo Salgado que, na semana passada, entregou o recurso no Tribunal de Relação de Lisboa: duas versões da mesma decisão, com uma diferença de 110 páginas, que faz com a decisão não exista. Um esquecimento por parte da magistrada Anabela Campos de notificar o próprio do arguido da decisão final. Uma condenação baseada numa única testemunha (o contabilista de Salgado, Francisco Machado da Cruz) que falou do mesmo assunto — mas de 14 formas distintas. Ou mesmo a recusa do mesmo tribunal de Santarém em juntar ao processo o relatório da resolução do BES, que imputa responsabilidades ao BdP pela resolução da instituição financeira.

A Raize estreou-se na bolsa de Lisboa com uma subida de 10% para 2,20 euros. Este é o primeiro dia de negociações na praça portuguesa, depois da oferta pública de venda inicial que terminou na semana passada. A startup vendeu 750 mil títulos a cerca de 1.400 investidores, com a procura a superar em quase quatro vezes a oferta.

Portugal conseguiu obter um financiamento de 1.750 milhões de euros no mercado através de um duplo leilão de bilhetes do Tesouro a seis e 12 meses realizado esta manhã. A operação registou taxas de juro negativas — como vem sendo hábito há algum tempo –, mas já não são tão negativas como em leilões anteriores. A procura dos investidores continuou robusta.

O Parlamento aprovou, Marcelo Rebelo de Sousa promulgou. E, agora, a lei que obriga os bancos a refletirem a totalidade das taxas negativas da Euribor nos contratos de crédito à habitação vai finalmente entrar em vigor. Foi publicada em Diário da República, produzindo efeitos a partir desta quinta-feira, 19 de julho.

Cláudia Azevedo vai assumir a presidência executiva da Sonae, anunciou a empresa esta terça-feira. Mas o que foi o grupo ao longo de mais de uma década sob a batuta de Paulo Azevedo? O gestor teve a missão de comandar o império criado pelo pai, Belmiro de Azevedo, que pegou numa pequena empresa de laminados para a tornar numa companhia com um portefólio que vai do retalho ao turismo e das telecomunicações à tecnologia.

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