Gulbenkian estreia-se a investir em startups

Fundação acaba de entrar no capital social da MAZE, uma startup que investe em projetos com impacto social.

MAZE é o primeiro projeto a merecer investimento da Gulbenkian. Na foto, Luís Fonseca, Margarida Anselmo, Cristina Almeida, António Miguel, Joana Cruz Ferreira, Rita Casimiro, Bennet Barth e João Santos, da MAZE.D.R.

A Fundação Calouste Gulbenkian acaba de investir, pela primeira vez, numa startup. A MAZE, empresa de investimento em impacto, é a mais recente parceira da fundação para “a promoção de utilização de novas ferramentas de investimento e financiamento”, explica a instituição em comunicado.

Durante cinco anos, a Gulbenkian vai investir cerca de 10 milhões de euros na MAZE, financiamento integrado no plano estratégico da instituição para a área da Inovação Social.

Criada em 2013 como Laboratório de Investimento Social, a MAZE capacitou já 60 organizações para o investimento, além de ter mobilizado cinco milhões de euros em investimento privado e ter lançado quatro títulos de impacto social e três programas de aceleração e capacitação, em Lisboa e no Porto.

Com a entrada no capital social da MAZE, a fundação passa a pertencer formalmente aos órgãos sociais da empresa. “A entrada no capital social concretiza-se através de um modelo inovador: uma golden share, uma ação de categoria especial, que mais nenhum outro acionista terá, e que proporciona voto privilegiado em questões estratégicas que assegurem a sua missão social”, adianta a Fundação.

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