Lucros da EDP Brasil crescem 60% para quase 100 milhões de euros

Empresa justifica crescimento com consistência operacional e financeira em todas as áreas, com destaque para a distribuição e produção termoeléctrica.

A EDP Brasil fechou os primeiros seis meses do ano com lucros de 441,8 milhões de reais (quase 100 milhões de euros ao câmbio atual), um crescimento de 59,6% face ao período homólogo do ano anterior.

De acordo com os dados revelados esta quinta-feira, o crescimento “é resultado da consistência operacional e financeira da EDP em todas as áreas, com destaque para a distribuição e a produção termoelétrica“.

Em comunicado a EDP Brasil adianta que na “distribuição, os principais indicadores deste semestre são o aumento do volume de energia distribuída e a redução de perdas. Na comercialização e na produção, a estratégia assertiva de trabalho para mitigação do risco hidrológico permitiu melhorias e ganhos em ambos os negócio”.

O EBITDA subiu 15,6% para 1,241 mil milhões de reais (280,8 milhões de euros). Já as receitas líquidas, excluindo receitas de construção, cresceram 24,7% para os 6,090 mil milhões de reais.

Em comunicado, Miguel Setas, presidente da EDP Brasil, destaca que “a primeira metade de 2018 foi marcada por avanços importantes em todos os objetivos da EDP. Além dos resultados consistentes a empresa continua a assegurar a marca de excelência na execução das suas obras”.

Em termos de investimentos, a EDP Brasil fechou os primeiros seis meses do ano com um investimento de 685 milhões de reais. A empresa adianta que este valor está em linha com o compromisso de investir 1,4 mil milhões de reais (mais de 320 milhões de euros).

A dívida líquida da companhia atingiu, em junho, os 6,137 mil milhões de reais, um crescimento de 1,3% face a dezembro de 2017, altura em que se cifrava nos 6,058 mil milhões de reais.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Lucros da EDP Brasil crescem 60% para quase 100 milhões de euros

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião