5 coisas que vão marcar o dia

Uma mão cheia de resultados para apresentar em Lisboa: Caixa Geral de Depósitos, Sonae Indústria, Sonaecom, Sonae Capital e Semapa. Isto no dia em que a Herdade da Comporta conhece um novo dono.

Continua a temporada de resultados em Lisboa: Sonae Indústria, Sonaecom, Sonae Capital e Semapa prestam contas aos investidores. Também a Caixa Geral de Depósitos vai divulgar os resultados trimestrais depois do fecho da bolsa. Isto no dia em que a Herdade da Comporta conhece um novo dono. Lá por fora, os EUA apresentam primeiras estimativas para a evolução da economia no segundo trimestre do ano.

Caixa apresenta resultados…

É a vez de o banco público apresentar resultados relativos à primeira metade do ano. A Caixa Geral de Depósitos, liderada por Paulo Macedo, divulga as contas depois do fecho da bolsa. No primeiro trimestre, a instituição registou um lucro de 68 milhões de euros.

… assim como mais quatro cotadas da bolsa

Também é dia de Sonae Indústria, Sonaecom, Sonae Capital e Semapa prestarem contas ao mercado relativas ao primeiro semestre. Destaque para a Sonae Capital e Semapa, duas cotadas que figuram no principal índice português. A primeira apontou prejuízos de 7,9 milhões de euros nos primeiros três meses do ano; a segunda registou um lucro de 27,2 milhões no mesmo período.

Herdade da Comporta conhece novo dono

A Herdade da Comporta conhece um novo dono em assembleia a acontecer no Hotel Sana, em Lisboa. São três os consórcios candidatos à compra: Oakvest e Portugália, Claude Berda e Paula Amorim e Louis – Albert de Broglie. O que inclui o negócio?

Quanto valem os custos de contexto às empresas?

No âmbito dos seus estudos sobre as estatísticas às empresas, o INE divulga o impacto dos custos de contexto no tecido empresarial português. Entre os vários custos de contexto estão licenciamentos, sistema judicial, sistema fiscal, carga administrativa, barreiras à internacionalização, entre outros.

EUA sobrevivem à guerra comercial?

O Governo americano avança com as primeiras estimativas para a evolução da maior economia do mundo no segundo trimestre. São dados económicos particularmente importantes porque incorporam já parte dos efeitos da guerra comercial iniciada por Donald Trump e que passam sobretudo pela imposição de taxas alfandegárias sobre produtos comprados a outros países. Os analistas apontam para um crescimento de 4,3% naquele período.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

5 coisas que vão marcar o dia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião