Quem é mais inteligente? Assistente da Google bate Siri, Alexa e Cortana

  • ECO
  • 28 Julho 2018

Um teste de inteligência pôs à prova os assistentes virtuais das quatro gigantes: Google, Apple, Microsoft e Amazon. O assistente da Google foi o que mostrou acertar corretamente a mais questões.

Um teste realizado pela empresa Loup Ventures, do analista Gene Munster, concluiu que o assistente virtual da Google é o mais inteligente, comparativamente aos outros assistentes testados. Os concorrentes que a gigante tecnológica levou a melhor frente à Siri, da Apple, à Cortana, da Microsoft, e à Alexa, da Amazon.

O teste realizado consistiu em 800 perguntas, iguais para todos os assistentes. O conjunto de perguntas, concebido para testar a capacidade e utilidade de um assistente digital, dividiu-se em cinco categorias: local, comércio, navegação, informações e comando. As respostas foram classificadas segundo duas métricas, primeiro se o assistente virtual entendeu a questão e segundo se deu a resposta correta.

A melhor pontuação da prova foi a do assistente da Google, que respondeu corretamente a 85,5% das perguntas. A Siri ficou em segundo lugar, com uma diferença de 0,7 pontos percentuais (78,5%). A Alexa conseguiu o terceiro lugar, registando uma percentagem de 61,4% respostas certas. Em último lugar ficou a Microsoft, com a Cortana a responder corretamente a 52,4% das perguntas do teste, que foi realizado por todos os assistentes de voz em smartphones.

Em abril de 2017, a equipa da Loup Ventures já tinha feito testes de inteligência a todos os assistentes, excepto a Alexa. Quando comparados aos mais recentes testes confirmam que os três assistentes de voz dos quais têm histórico melhoraram de um ano para o outro, principalmente o da Google e da Apple.

A empresa afirmou que, agora, os quatro entendem a grande maioria das perguntas feitas pelo utilizador. “Tanto o reconhecimento de voz como a linguagem natural dos assistentes digitais melhorou, no geral, ao ponto que, dentro do razoável, entenderão tudo o que lhe seja dito”, escreveram os analistas.

Quanto aos aspetos mais problemáticos, a equipa salientou que os substantivos próprios ainda são a grande dificuldade dos assistentes. A conclusão foi tirada com base na constatação de que quase todas as questões mal compreendidas envolviam um nome próprio, muitas vezes o nome de uma cidade ou de um restaurante local.

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