Efetivos do Centro Nacional de Pensões caíram para metade desde 2009

  • ECO
  • 14 Agosto 2018

Dos 687 efetivos no Centro Nacional de Pensões no final de 2009, atualmente, são apenas 320. O Governo lança um concurso público para contratar 200.

O número de trabalhadores efetivos do Centro Nacional de Pensões (CNP) caiu para metade em nove anos, de acordo com a notícia avançada pelo Jornal de Negócios. Com esta quebra, o Ministério do Trabalho e da Segurança Social (MTSS) vê-se na necessidade de contratar mais funcionários, tendo em conta que os pedidos de pensões são cada vez mais, como noticiou o Diário de Notícias. Assim, o Governo lança esta terça-feira um concurso externo para contratar.

No final de 2009, o CNP tinha 687 efetivos, de acordo com os números descriminados no site da Segurança Social. Contudo, uma fonte oficial do MTSS adiantou ao jornal que, atualmente, é apenas 320 o número de efetivos do CNP. O Governo tem falado numa queda de 35% entre 2011 e 2015, mostrando que o número continuou a cair nos dois anos seguintes.

E é esta falha, somada ao “desinvestimento” nos sistemas de informação e de esclarecimento ao público, que o Governo utiliza para justificar os atrasos nas atribuições das pensões. Mas, no Instituto da Segurança Social (ISS) também há uma descida de funcionários. Neste sentido, o Governo lança esta terça-feira um concurso público para a contratação de 200 funcionários, 70 dos quais para o Centro Nacional de Pensões.

Ainda durante este mês, o ministério vai recorrer a 44 trabalhadores em regime de prestação de serviços para reforçar o CNP, numa altura em que decorre o programa de regularização de precários.

O Governo diz que a regularização de precários vai permitir integrar 65 pessoas no CNP, já depois do reforço de 33 pessoas em novos polos de Aveiro e Braga.

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