Bright Pixel lidera ronda de investimento à francesa Beamy

Depois de investimentos nas portuguesas Sensei e Reckon.ai, e na polaca Placeme, empresa portuguesa liderou ronda de 300 mil euros na Beamy, empresa da área do retalho.

A portuguesa Bright Pixel voltou a reforçar o seu braço de investimento, liderando uma ronda de financiamento de 300 mil euros na francesa Beamy. A startup gaulesa foi apresentada à empresa portuguesa em Barcelona, durante o EGI Booster, um programa de aceleração do qual a Bright Pixel faz parte do júri, e construiu uma plataforma que permite interligar outras startups com retalhistas.

“Não conhecíamos ninguém que estivesse a fazer o que eles estão”, explica ao ECO Alexandre Teixeira dos Santos, CIO da Bright Pixel. “Para uma empresa nesta fase, a avaliação passa pela equipa e, mais do que por uma tração comercial — que ainda pouco existe –, pela admissão de um potencial comercial de sucesso”, esclarece o responsável.

Foi por “acreditar num potencial grande” que a Bright Pixel investiu na empresa. “O grande valor do projeto é juntar, num único ponto, soluções úteis para os retalhistas”, justifica.

Alexandre Teixeira dos Santos não quis revelar o valor do investimento do total de 300 mil euros concedidos mas, neste tipo de rondas, o líder assume normalmente mais de 50% do total investido.

Esta não é a primeira vez que a Bright Pixel, fundada em 2016, investe em startups, por via, tanto do fundo Bright Ventures como do balanço da empresa. Antes da Beamy, a Bright Pixel já tinha investido, por exemplo, nas portuguesas Sensei e Reckon.ai e na polaca Placeme.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Bright Pixel lidera ronda de investimento à francesa Beamy

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião