PLMJ leva Portugal, Angola e Moçambique à China através da docQbot

A PLMJ é parceira num projeto pioneiro na área do investimento chinês no mercado global. A plataforma docQbot vai desenvolver contratos adaptados à lei de cada país.

A PLMJ foi convidada pela China Going Think-Tank (CGGT) para participar como parceira exclusiva para os mercados de Portugal, Angola e Moçambique no desenvolvimento da primeira plataforma docQbot, projetada para produzir contratos bilingues adaptados à lei local num curto espaço de tempo.

A CGGT foi fundada pelo managing partner international da firma chinesa Zhong Lun Law Firm, de Pequim, Robert Lewis, sendo esta a sociedade de advogados também responsável pelo apoio jurídico da plataforma na China.

Inicialmente orientada para a tradução de contratos-base em chinês e inglês, a plataforma encontra-se a ser estruturada junto de sociedades de advogados líderes em mais de 100 países dos cinco continentes, no sentido de adaptá-la à lei local.

A associada coordenadora da PLMJ China Desk, Rita Assis Ferreira, é responsável pela localização dos documentos relativos a investimentos em Portugal, Angola e Moçambique, que procuram prevenir os receios e equívocos mais usuais dos investidores chineses nos mercados que desconhecem.

“Esta plataforma eletrónica de documentos pretende facilitar toda uma vasta gama de transações comerciais e investimentos relacionados com a China. Um modelo docQbot pode criar até milhões de diferentes contratos de rascunho bilíngues personalizados em apenas alguns minutos”, explica a advogada em declarações enviadas à Advocatus. “Ora, isso significa a diminuição de tantos constrangimentos logísticos e temporais que ainda se verificam e que limitam a conclusão de inúmeros negócios“.

Este projeto da CGGT foi apresentado em Pequim em maio e conta já com um forte apoio das autoridades governamentais. As primeiras reações ao docQbot sugerem uma vasta procura por contratos de alta qualidade também à escala global.

Em Portugal, a preparação de documentos já envolveu uma vasta equipa de especialistas de PLMJ nas mais diversas áreas, sob a coordenação de Luís Sáragga Leal e de Rui Moura.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

PLMJ leva Portugal, Angola e Moçambique à China através da docQbot

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião