Hoje nas notícias: hotelaria, Fisco e Santana Lopes

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O setor hoteleiro quer duplicar a oferta em Lisboa e no Porto. A concretizar-se, em Lisboa passarão a existir 67.367 camas e no Porto serão 22.100, números que não têm em conta o alojamento local. Na Justiça, a PJ apanhou uma rede chinesa de fuga ao Fisco que atuava, principalmente, no norte do país. Já a equipa de Santana Lopes na Santa Casa foi notificada pelo Tribunal de Contas por infrações financeiras. No setor empresarial, o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) — que em seis anos injetou mais de três mil milhões de euros nas empresas — teve avaliação positiva, no geral. O relatório é apresentado esta quarta-feira.

Hoteleiros querem duplicar oferta em Lisboa e no Porto

Sendo a maioria hotéis, Lisboa tem uma carteira de 208 empreendimentos turísticos com parecer positivo do Turismo de Portugal (TdP). De acordo com o sistema de informação do TdP, estes projetos em carteira irão disponibilizar mais 23.237 camas, que se somarão às 44.130 em operação. Se todos estes investimentos se concretizarem, a capital irá passar a contar com um total de 418 empreendimentos turísticos e 67.367 camas, sem contar com a oferta de alojamento local. A norte, o Porto tem uma carteira de 93 empreendimentos turísticos com parecer positivo do Turismo de Portugal.

Leia a notícia completa em Diário de Notícias (acesso pago).

Megaoperação da PJ apanha rede chinesa de fuga ao Fisco

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) participou nas buscas da Polícia Judiciária (PJ) que procuravam transferências suspeitas no valor de 60 milhões de euros. A ação, sobretudo no norte do país, visou donos de armazéns devido a alegadas vendas de artigos sem faturação. A rede chinesa de fuga ao Fisco foi desmantelada pela PJ.

Leia a notícia completa em Jornal de Notícias (acesso pago).

Fisco “vai ter uma dose brutal de informação” sobre empresas

Os contabilistas aguardam a entrada em vigor de novas regras de pré-preenchimento da Informação Empresarial Simplificada (IES) a entregar ao Fisco. Helena Borges, diretora-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira, considera que esta nova ferramenta vai trazer ao Fisco “uma dose brutal de informação” sobre as empresas. Em resposta às preocupações de o Fisco passar a ter a vida das empresas nas suas mãos, Helena Borges diz que os dados que as empresas vão passar a enviar continuarão a ser usados “apenas para detetar padrões de incumprimento não para detetar aspetos exteriores à nossa missão”.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso pago).

Infrações financeiras de Santana na mira do Tribunal de Contas

O Tribunal de Contas (TdC) notificou, esta semana, a equipa de Santana Lopes na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) da aplicação de multas por várias infrações financeiras por negligência respeitante a atos praticados naquela instituição, no período entre 2012 e 2014. Em causa estão irregularidades de procedimentos encontradas durante uma auditoria da Inspeção-Geral do Ministério do Trabalho e Segurança Social (IGMTSS) concluída em abril de 2016.

Leia a notícia completa em Público (acesso pago).

Quem tudo QREN tudo ganha

Os seis anos em que o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) injetou mais de três mil milhões de euros nas empresas tiveram nota positiva. Uma das conclusões da “Avaliação do Impacto dos Fundos Europeus Estruturais e do Investimento no Desempenho das Empresas”, que é apresentada esta quarta-feira no ISCTE – Instituto Universidade de Lisboa, é que as empresas portuguesas apoiadas por dinheiros comunitários foram capazes de diminuir o fosso salarial entre homens e mulheres. “Regista-se um aumento dos salários médios da mulheres face aos dos homens, decorrente dos incentivos públicos” do QREN, lê-se no documento.

Leia a notícia completa em TSF (acesso livre).

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

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António Costa

Publisher do ECO

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