Web Summit anima transportes. Mais de 4,6 milhões usaram metro

O número de passageiros que passaram pela estação de metro do Oriente disparou 48% nos dias do Web Summit, quando comparado com uma "semana normal". Circulação geral atingiu os 4,6 milhões de pessoas.

Afinal, a maior feira de tecnologia do mundo não só não ficou marcada pela greve do Metropolitano de Lisboa, como também ditou o “aumento da procura” em termos homólogos desse serviço de transporte. De acordo com a empresa pública, durante os quatro dias do Web Summit, foram transportados 4,6 milhões de passageiros, o que representa uma subida de 3,61% face ao mesmo período do passado.

“O Metropolitano de Lisboa, no âmbito da parceria com a organização do evento Web Summit 2018, reforçou a sua oferta em toda a rede do metro, nos dias do evento, tendo transportado um total de 4.603.000 passageiros, verificando-se um aumento da procura em relação ao ano passado”, lê-se na nota enviada às redações.

Na terceira edição lisboeta do evento de Paddy Cosgrave, o metro da capital lusa foi, assim, usado por mais 3,61% de passageiros do que na edição anterior, na qual que tinham sido transportadas cerca de 4,4 milhões de pessoas.

No que diz respeito especificamente à estação do Oriente (aquela mais próxima do local da feira), registou-se um acréscimo de 0,43% em termos homólogos e de 48% em relação “a uma semana normal”. No total, cerca de 280 mil passageiros passaram por esta estação.

Recorde-se que estava agendada uma paralisação dos trabalhadores do metropolitano de Lisboa para o primeiro dia do Web Summit, mas um acordo entre os sindicatos e o Conselho de Administração da empresa evitou essa greve.

A empresa prometeu alargar por mais um ano o acordo coletivo de trabalho atualmente em vigor (que deverá agora expirar só em 2022), assegurando o normal funcionamento do serviço neste período em que já se esperava uma maior circulação de passageiros.

O Web Summit realizou-se de cinco a oito de outubro. Esta foi a terceira edição da feira que foi concretizada em Lisboa (e não em Dublin, cidade original do evento). Devem seguir-se, pelo menos, mais cinco edições na capital portuguesa.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Web Summit anima transportes. Mais de 4,6 milhões usaram metro

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião