Três em cada quatro portugueses utilizam internet. E mais de metade troca o balcão pelo banco online

Os utilizadores de internet banking estão a aumentar a um ritmo acelerado. Em 2018, mais de metade dos utilizadores de internet já se rendeu ao banco online para manter as contas debaixo de olho.

Os utilizadores de internet banking estão a aumentar a um ritmo acelerado. Mais de metade dos usuários de internet já é adepto do banco online. Em 2018, 52% dos utilizadores de internet (dos 16 aos 74 anos) referem que utilizam o acesso online ao banco para manter as suas contas debaixo de olho.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a percentagem de utilizadores de internet que admite gerir a conta bancária através de net banking revela um aumento de dez pontos percentuais, relativamente ao ano anterior.

Ainda que os números do país mostrem uma evolução positiva, continuam distantes do nível médio dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE).

A diferença de utilizadores de internet banking entre Portugal e a UE é paralela à diferença de utilizadores de internet, no geral, entre ambos. Neste âmbito, ainda que, desde 2010, Portugal tenha vindo a aproximar-se da média da União Europeia, em 2017 o país ainda registava uma diferença de dez pontos percentuais.

Três em cada quatro utilizam a internet

Se analisarmos apenas os utilizadores de internet, no geral, 75% dos residentes em Portugal — entre os 16 e os 74 anos — referem ter usado a internet nos 12 meses anteriores ao inquérito do INE, uma “proporção que confirma a tendência de crescimento face ao início da década”, pode na nota do INE que acompanha os resultados. Em 2010, apenas 53% da população portuguesa compreendida no intervalo de idades supracitado utilizava internet.

O acesso à internet em mobilidade — ou seja, fora de casa, do local de trabalho e em equipamentos portáteis — é referido por 81% dos utilizadores de internet em 2018, o que revela que os portugueses estão, cada vez mais, ligados, independentemente do local onde estejam. A percentagem registada este ano é dois pontos percentuais inferior à registada em 2017 e duplica a proporção de há cinco anos.

Acedendo mais à internet em mobilidade, os utilizadores começam a dar preferência ao telemóvel ou smartphone, que já é o principal equipamento portátil utilizado nesta circunstância. Enquanto o telemóvel é o meio escolhido por 79% dos utilizadores de internet em mobilidade, o computador portátil assume apenas 36% das escolhas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Três em cada quatro portugueses utilizam internet. E mais de metade troca o balcão pelo banco online

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião