Mais de 150 “super ricos” compraram casas de mais de 20 milhões

  • ECO
  • 11 Dezembro 2018

No ano terminado em agosto de 2018, as pessoas mais ricas do mundo gastaram, em conjunto, 6,6 mil milhões de dólares em 153 casas, que foram, cada uma, vendidas por mais de 25 milhões de dólares.

Mais de 150 casas por todo o mundo foram vendidas por, pelo menos, 25 milhões de dólares (o equivalente a perto de 22 milhões de euros) ao longo do último. A conclusão é da agência imobiliária britânica Knight Frank, que atribui este movimento à “criação implacável de riqueza privada”.

Segundo o relatório desta imobiliária, durante o ano terminado em agosto de 2018, as pessoas mais ricas do mundo gastaram, em conjunto, 6,6 mil milhões de dólares em 153 casas, que foram, cada uma, vendidas por mais de 25 milhões de dólares. Ao todo, a Knight Frank identifica 17 mercados que podem ser descritos como de “ultra luxo” — nestes mercados, foram feitas pelo menos três transações imobiliárias de valor superior a 25 milhões de dólares, ao longo dos últimos três anos.

Hong Kong é o mais luxuoso destes mercados. Nesta região, foram vendidas 47 casas por mais de 25 milhões no ano passado. Nova Iorque surge em segundo lugar, com 39 transações, e Londres, que em 2015 liderava este ranking, está agora em terceiro, com 38 vendas. A justificar esta queda da capital britânica estão um aumento de impostos e as preocupações dos investidores em torno do Brexit.

Estas três cidades são líderes “incontestados” do ranking dos mercados imobiliários mais luxuosos, mas a tendência é de proliferação por todo o mundo. “A criação implacável de riqueza privada a nível global, ao longo da última década, fomentou o crescimento dos mercados residenciais ultra luxuosos“, aponta Liam Bailey, responsável de investigação da Knight Frank, citado pelo The Guardian.

Num ranking que não conta com Portugal, o top 6 é fechado por Singapura, Los Angeles e Sydney, embora com um número de transações que fica muito abaixo daqueles que são registados pelas três primeiras cidades.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Mais de 150 “super ricos” compraram casas de mais de 20 milhões

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião