Lisboa em queda acentuada. Toca mínimos de março de 2017

Lisboa arrancou a semana pintada de vermelho. A praça bolsista nacional acompanhou a tendência negativa registada no Velho Continente, tendo tocado mínimos de março de 2017.

Pela terceira sessão consecutiva, a bolsa lisboeta fechou vestida de vermelho, tendo mesmo tocado mínimos de março de 2017. Esta tendência negativa está, de resto, refletida nas restantes praças do Velho Continente, com o Stoxx 600 a desvalorizar 1%.

No fecho da primeira sessão da semana, o índice de referência nacional, o PSI-20, recuou 1,52% para 4.730,62 pontos. Semelhante desempenho registou o Stoxx 600, que caiu 1%. Penalizado pelos receios de que a economia global desacelere, também o francês CAC ficou em terreno negativo, tendo desvalorizado 1%. O alemão DAX perdeu 0,8% e o britânico FTSE recuou 0,9%.

Por cá, apenas três das 18 cotadas nacionais fecharam acima da linha de água. A pesar sobre a bolsa nacional, estiveram os títulos do BCP, que desvalorizaram 1,90% para 0,2372 euros.

Nota ainda para o desempenho dos títulos da Sonae, que desvalorizaram 2,51% para 0,7955 euros, enquanto a Jerónimo Martins cedeu 1,75%. Ambas foram arrastadas pelo setor europeu num dia em que a Asos afundou 40% em bolsa após um profit warning.

No setor energético, as ações da EDP recuaram 2,48% para 3,0270 euros, as da EDP Renováveis caíram 1,36% para 7,64 euros, as da Galp Energia desvalorizaram 0,64% para 14,07 euros e as da REN recuaram 0,65% para 2,444 euros.

A pressionar, estiveram também as papeleiras: os títulos da Navigator caíram 2,51% para 3,4240 euros, as da Semapa 1,99% para 12,78 euros e as da Altri 2,50% para 5,47 euros.

A contrariar, as ações da Corticeira Amorim somaram 0,55% para 9,16 euros e as do CTT valorizaram 0,13% para 3,20 euros.

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