Itália dá ganhos à Europa. Lisboa sobe com o BCP

A bolsa lisboeta fechou a sessão em alta, o que acontece pela primeira vez em cinco dias. O acordo alcançado entre Bruxelas e Roma puxou pelas praças de toda a Europa.

Ao fim de cinco dias, a bolsa de Lisboa voltou aos ganhos, em linha com as principais praças europeias. A impulsionar os principais índices bolsistas, o português incluído, esteve o acordo alcançado entre Bruxelas e Roma, depois de a Comissão Europeia ter confirmado que aprovou o orçamento de estado italiano.

A aprovação da Comissão Europeia acontece uma semana depois de Roma ter aceitado baixar a meta do défice de 2,4% para 2,04 % do PIB em 2019, tal como era exigido pelas entidades europeias. Com o acordo, que evita o procedimento por défices excessivos (PDE) de Bruxelas, Itália destacou-se. A bolsa subiu 1,59% num dia em que os juros da dívida afundaram. O setor da banca italiano subiu 2,20%.

Por cá, o BCP acompanhou os congéneres italianos e fechou a sessão a valorizar 1,29% para os 0,233 euros por ação, um desempenho expressivo que permitiu ao PSI-20 fechar a sessão a valorizar 0,88% para os 4.702,63 pontos.

a puxar pelo índice nacional estiveram ainda outros pesos pesados, sobretudo os do setor energético. A EDP fechou a sessão também a valorizar 1,29%, enquanto a EDP Renováveis somou 1,12%. A Galp Energia, por seu lado, ganhou 1,23% para encerrar a sessão a cotar nos 13,975 euros.

A subida mais significativa foi registada, contudo, pela Altri que valorizou 3,99% para os 5,73 euros por ação. Em sentido contrário, entre as maiores quedas destacaram-se a Sonae Capital, CTT, Corticeira Amorim e Mota-Engil. A Sonae Capital perdeu mais 2,5%.

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