Professores regressam “mais fortes” às negociações com o Governo

Mário Nogueira já reagiu à decisão do Presidente da República de devolver ao Governo o diploma da contagem do tempo de carreira dos professores.

O Presidente da República devolveu ao Governo o diploma da contagem de tempo de carreira dos professores. Para Mário Nogueira, dirigente da Fenprof, a decisão de Marcelo Rebelo de Sousa vai dar força no regresso à mesa das negociações: “Regressamos mais fortes. Mais fortes e com a disponibilidade de sempre. Com a força de quem sabe que tem a razão do seu lado”, afirmou o líder sindical, em declarações à SIC Notícias.

Na visão de Mário Nogueira, esta foi uma “decisão natural do Presidente da República”, tendo em conta que, “claramente, o que o Governo estava a fazer era violar a lei”.

O dirigente da Fenprof lembrou que existia um “compromisso com os professores” de que seriam contados para efeitos de progressão os nove anos e quatro meses em que tiveram as carreiras congeladas. O Governo pretendia contabilizar apenas dois anos, nove meses e 18 dias, uma decisão que custaria 200 milhões de euros ao longo de vários anos.

Os representantes dos professores esperam agora ser chamados pelo Governo à mesa de negociações “o mais rápido possível” e alertou que, se isso não acontecer, a classe laboral poderá sair à rua. De qualquer forma, para Mário Nogueira, “a prioridade tem de ser para a negociação”.

(Notícia atualizada às 19h46 com mais informações)

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