Lisboa segue Europa nas perdas. Jerónimo Martins atenua queda

Os dados sobre as exportações e importações chinesas, que apontam para um abrandamento da economia do país, assustaram as bolsas europeias. Por cá, a Jerónimo Martins ajudou a travar as perdas.

A bolsa de Lisboa fechou a primeira sessão da semana no vermelho. Os dados revelados sobre a balança comercial chinesa fizeram aumentar as preocupações relativamente ao abrandamento de uma das maiores economias mundiais, levando as bolsas europeias a afundarem. Por cá, o BCP e a Galp pesaram no desempenho da praça nacional, mas a Jerónimo Martins ajudou a travar as perdas.

O índice de referência terminou o dia a cair 0,16% para os 4.950,51 pontos, depois de ter estado a cair 1%. Das 18 cotadas nacionais, sete subiram e onze desceram. No verde, destaque para a Jerónimo Martins, que somou 0,94% para os 10,79 euros e impediu uma maior queda do índice. A retalhista vai divulgar os dados preliminares das vendas em 2018 nesta segunda-feira.

O setor do papel também se destaca no verde. A Navigator subiu 0,57% para os 3,89 euros, a Semapa somou 0,83% para os 14,58 euros, e a Altri avançou 0,16% para os 6,29 euros.

Já no vermelho, a pressionar o índice, encontra-se o BCP, que caiu 1,02% para os 0,24 euros, e a Ibersol que desvalorizou 2,52% para os 8,50 euros. As perdas são ainda marcadas pelo setor energético, com a Galp Energia a recuar 0,65% para os 14,55 euros nesta sessão, a EDP Renováveis a cair 0,5% e a REN a ceder 0,39%.

Pela Europa, a queda inesperada das importações e das exportações chinesas em dezembro empurrou as bolsas para o vermelho. O índice pan-europeu Stoxx 600 recuou 0,6%, o alemão DAX caiu 0,35% e o francês CAC 40 desvalorizou 0,5%. Também o britânico FTSE 100 caiu 1%, na véspera da votação ao acordo do Brexit, no Parlamento.

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