Trump vai adiar aumento de taxas nas importações da China

  • Lusa
  • 25 Fevereiro 2019

Presidente norte-americano disse que se as negociações progredirem irá encontrar-se com o presidente chinês Xi Jinping na sua casa na Florida, para finalizar um acordo.

O Presidente norte-americano Donald Trump anunciou que vai adiar a data limite para o aumento das taxas de importações da China, após “substanciais progressos” nas conversações entre os dois países.

Trump escreveu na rede social Twitter que durante o fim de semana decorreram “conversações produtivas” entre os dois países, e, por essa razão, irá “adiar o aumento das taxas que os Estados Unidos tinham marcado antes para 1 de março”.

O Presidente norte-americano disse que se as negociações progredirem irá encontrar-se com o presidente chinês Xi Jinping na sua casa na Florida, para finalizar um acordo.

Autoridades dos Estados Unidos e da China encontraram-se durante o fim de semana para resolver uma “guerra comercial” que tem estado a afetar os mercados financeiros.

Trump ameaçou aumentar as taxas das importações da China entre 10% a 25%, se os dois lados falhassem um acordo.

China e EUA aumentaram já as taxas alfandegárias sobre centenas de milhões de dólares de produtos de cada um.

Os presidentes norte-americano e chinês, Donald Trump e Xi Jinping, respetivamente, tinham chegado a acordo para uma trégua de 90 dias, que termina em 01 de março, visando encontrar uma solução para as disputas comerciais.

Trump exige que a China ponha fim a subsídios estatais para certas indústrias estratégicas, à medida que a liderança chinesa tenta transformar as firmas do país em importantes atores em atividades de alto valor agregado, como inteligência artificial ou robótica, ameaçando o domínio norte-americano naquelas áreas.

Washington quer também mais acesso ao mercado, melhor proteção da propriedade intelectual e o fim da ciberespionagem sobre segredos comerciais de firmas norte-americanas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Trump vai adiar aumento de taxas nas importações da China

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião