EDP Renováveis entra na Colômbia com projeto eólico. Cria “novas opções de crescimento”, diz António Mexia

É o 14º mercado mundial da EDP Renováveis. A empresa liderada por Manso Neto anunciou, esta manhã, a entrada no mercado colombiano com um novo projeto eólico.

A EDP Renováveis anunciou, esta terça-feira, a entrada no mercado colombiano, após ter vencido um leilão organizado pelo Governo desse país para dois contratos de 20 anos para a construção de parques eólicos. “Com a entrada no mercado eólico colombiano, a EDP dá mais um passo na estratégia de aposta nas renováveis, criando novas opções de crescimento”, sublinha António Mexia.

Em comunicado, a empresa liderada por Manso Neto explica que os contratos em causa dizem respeito aos projetos de energia eólica em terra Alpha (212 MW) e Beta (280 MW), que estão atualmente em desenvolvimento e cuja exploração comercial está prevista para 2022.

De notar que estes projetos, leiloados ao abrigo do mecanismo “Cargo de Confiabilidad”, vão receber uma remuneração não só pela eletricidade que geram, mas também “pelo contributo para a estabilidade do sistema elétrico”. “Agora, a EDPR vai procurar garantir contratos de compra e venda de eletricidade a longo prazo com terceiros (nos chamados PPA), para vender a eletricidade produzida por ambos os parques”, acrescenta a empresa.

Com o início de atividade da Renováveis no seu 14º mercado mundial, o líder da EDP salienta: “Com a entrada no mercado eólico colombiano, a EDP dá mais um passo na estratégia de aposta nas renováveis, criando novas opções de crescimento. A liderança da transição energética para um mundo mais verde é o nosso caminho“.

No total do continente americano, a EDP Renováveis tinha já, no final de 2018, uma capacidade instalada de 5.729 MW. Só nos Estados Unidos, a empresa está presente em 15 estados, tendo fechado recentemente acordos com o Facebook, Microsoft, Wallmart e Salesforce.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

EDP Renováveis entra na Colômbia com projeto eólico. Cria “novas opções de crescimento”, diz António Mexia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião