“O ano de 2018 foi muito bom para a Sonae”, afirma Ângelo Paupério na apresentação de contas

Paulo Azevedo e Ângelo Paupério deixam liderança da Sonae com crescimentos de 33% nos resultados líquidos, para 220 milhões de euros, e de 8,1% no volume de negócios.

Ângelo Paupério, co-CEO da Sonae, diz que 2018 foi “um ano muito bom para a Sonae”, sublinhando o aumento registado no volume de negócios, de 8%, que assim se situou em valores próximos dos seis mil milhões. “Esta subida é particularmente significativa porque se segue a um 2017 em que já tínhamos crescido 7%, além dos crescimentos registados nos anos anteriores”, detalhou o gestor, na conferência de apresentação de resultados de 2018 do grupo Sonae.

No último exercício da liderança conjunta de Ângelo Paupério e Paulo Azevedo, a Sonae registou um crescimento de 33% nos resultados líquidos, para 220 milhões de euros, e de 8,1% no volume de negócios, que se fixou em 5,95 mil milhões de euros.

Tal como se foi verificando nos últimos anos, a Sonae voltou a aumentar a proposta de dividendos, agora em 5%, para os 4,41 cêntimos de euros por ação. Em 2009, a remuneração acionista estava nos 3,15 cêntimos, tendo crescido até aos 4,2 cêntimos em 2017 e, agora para os 4,4 cêntimos. Este valor representa um payout de 42%, abaixo dos 64% do ano passado.

A apresentação de resultados da Sonae marca um novo momento icónico na vida do grupo que celebra o 60º aniversário este ano, com Paulo Azevedo e Ângelo Paupério a passarem o leme do gigante empresarial para Cláudia Azevedo, filha mais nova de Belmiro de Azevedo, que herda números sólidos e vários desafios.

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