José Galamba de Oliveira reeleito presidente da Associação Portuguesa de Seguradores

  • Lusa
  • 29 Março 2019

A eleição decorreu na assembleia-geral realizada esta manhã, na sede da APS, em Lisboa, tendo ido a votos uma única lista.

José Galamba de Oliveira foi reeleito presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) para um novo mandato de três anos, divulgou a entidade.

A eleição decorreu na assembleia-geral realizada esta manhã, na sede da APS, em Lisboa, tendo ido a votos uma única lista.

“Neste novo mandato, a direção da APS pretende prosseguir o trabalho que tem vindo a desenvolver com o objetivo de aumentar a visibilidade e notoriedade do setor em Portugal, reforçar a sua credibilidade e evidenciar a importância que o seguro tem, tanto na vida das pessoas e das empresas, como na sociedade e na economia em geral”, refere no comunicado.

Além disso, tem também como objetivo “intensificar as ações de educação financeira e, numa época marcada pelo digital, apostar numa maior proximidade com os cidadãos, tornando o seguro um serviço mais acessível e melhor compreendido pelo público”, de acordo com a mesma fonte.

A APS elegeu igualmente os membros da mesa da assembleia-geral, que passa a ser presidida pela Una Seguros de Vida, do Conselho de Direção e do Conselho Fiscal, presidido pela Crédito Agrícola Seguros – Companhia de Seguros de Ramos Reais.

O Conselho de Direção contará, além do presidente, com representantes da Fidelidade Companhia de Seguros, Ageas Portugal Companhia de Seguros, Seguradoras Unidas, Zurich Insurance plc – Sucursal em Portugal, Lusitania Companhia de Seguros, Mapfre Seguros Gerais, MetLife Europe Limited – Sucursal em Portugal; Generali Companhia de Seguros; GNB – Companhia de Seguros de Vida e Santander Totta Seguros – Companhia de Seguros de Vida.

A APS diz representar mais de 99% das empresas de seguros que operam em Portugal.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

José Galamba de Oliveira reeleito presidente da Associação Portuguesa de Seguradores

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião