Afinal, rendas comerciais também vão ter desconto no IRS

  • ECO
  • 2 Abril 2019

Bonificação no IRS não será um exclusivo dos contratos de arrendamento habitacional. Alojamento local e lojas também vão ter taxa mais baixa em contratos mais longos.

A medida era apenas para o arrendamento habitacional, mas acabou por ser alargada. Afinal, os contratos de arrendamento comercial, como os das lojas, ou o arrendamento rústico, chegando ao arrendamento para alojamento local, também vão beneficiar de redução da taxa de IRS se tiverem uma duração superior a dois anos.

De acordo com o Jornal de Negócios (acesso pago), a lei, aprovada no final do ano passado e com aplicação aos novos contratos assinados desde o início de 2019 ou à renovação, a partir dessa data, de contratos já existentes, acabou por ser mais abrangente do que o era inicialmente.

Com o PCP a recusar-se a aprovar benefícios fiscais para os senhorios, o PS foi obrigado a negociar à direita o pacote fiscal para o arrendamento. A lei que acabou por passar traz várias alterações, abrindo o leque de contratos abrangidos por esta bonificação no IRS.

Assim, os contratos de arrendamento habitacional, mas também comercial, com mais de dois vão passar a beneficiar de uma redução da taxa de IRS que, no caso de se tratarem de contratos com um prazo superior a 20 anos, pode chegar a apenas 10%.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Afinal, rendas comerciais também vão ter desconto no IRS

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião