Bright Pixel integra consórcio europeu de apoio a startups de dados

Portuguesa junta-se ao Data Market Services Program, liderado pela consultora espanhola Zabala. Ideia é apoiar startups, pequenas e médias empresas na expansão.

A Bright Pixel anunciou que vai passar a integrar o programa Data Market Services Program, consórcio europeu liderado pela consultora espanhola Zabala que tem como objetivo apoiar startups, pequenas e médias empresas de dados no seu desenvolvimento e expansão.

Trata-se do primeiro programa europeu que o venture building studio português integra, sendo a única entidade nacional a estar presente.

“Esta presença da Bright Pixel num consórcio europeu é mais um passo na nossa estratégia de internacionalização, que vem complementar os investimentos e parcerias que também já temos realizado além-fronteiras”, explica Celso Martinho, CEO e fundador da Bright Pixel, citado em comunicado.

Esta presença da Bright Pixel num consórcio europeu é mais um passo na nossa estratégia de internacionalização.

Celso Martinho

CEO da Bright Pixel

A primeira fase de candidaturas — que pretende selecionar 50 projetos data-driven de toda a Europa — já está aberta e decorre até 27 de maio. O programa decorre durante três anos e tem como objetivo apoiar cerca de 150 projetos. Além da Bright Pixel, a organização conta com outras oito empresas de toda a Europa que vão juntar-se para oferecer aos projetos selecionados 12 serviços de apoio à criação e crescimento do negócio, entre os quais “apoio no levantamento de fundos, identificação e encontro com potenciais investidores, programas de aceleração e incubação, mentoria e formação em propriedade intelectual, questões legais, como o Regulamento Geral de Proteção de Dados, academia sobre data science e outras ferramentas”, explica o comunicado.

No caso concreto da Bright Pixel, a empresa pretende ajudar as equipas na relação com os atuais e potenciais investidores, na criação do plano de negócios e em questões relacionadas com o crescimento da empresa, como gestão da equipa, liderança e growth hacking (técnicas que permitam à empresa destacar-se no mercado e crescer mais rapidamente). Irá também ceder espaço nos escritórios de Lisboa ou do Porto para startups que queiram explorar o mercado português.

“O nosso objetivo é identificar e apoiar os projetos mais promissores nas verticais de cibersegurança, retalho, telecomunicações e tecnologias emergentes, onde sem dúvida que se inserem startups data-driven. Ao integrarmos este grupo de trabalho e oferecermos o nosso know-how na construção de um negócio, ajudamos estes empreendedores, ao mesmo tempo que nos aproximamos de projetos que poderão ser promissores para posteriores investimentos”, acrescenta Celso Martinho.

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