Galp pesa na bolsa, EDP evita queda mais acentuada do PSI-20

Depois de sete sessões em alta, a bolsa nacional recua. Está a acompanhar a tendência negativa das pares europeias, com o setor da energia em destaque.

Ao sétimo dia, a bolsa subiu. Mas ao oitavo, Lisboa recua. A praça portuguesa acompanha a tendência negativa das restantes praças europeias, com as empresas do setor da energia a conseguirem estar entre os piores e os melhores desempenhos. A Galp Energia está a ser determinante para o comportamento negativo do PSI-20.

O índice de referência da praça portuguesa cede 0,36% para 5.319,04 pontos, após sete sessões consecutivas de ganhos que deram mais de 1,8 mil milhões de euros à bolsa de Lisboa. Na Europa, numa altura em que é grande a indefinição em torno do Brexit, o Stoxx 600, índice de referência da região, está a cair 0,3%.

A Galp Energia pesa em Lisboa. Com os preços do petróleo a recuarem nos mercados internacionais, depois de o Brent se ter aproximado da fasquia dos 70 dólares, a petrolífera portuguesa está a perder 1,85% para cotar nos 14,08 euros.

Nas quedas, de notar também a descida de 0,58% do BCP, que recua para 23,80 cêntimos, mas também dos títulos do setor da pasta e papel, como a Altri que cai 1%.

Do lado dos ganhos, impedindo uma queda mais acentuada da bolsa, está a EDP, mas também a EDP Renováveis, esta última com uma valorização de 0,12%. A liderar as subidas está a Ramada (0,78 euros), seguida da Mota-Engil e da Sonae.

(Notícia atualizada ás 8h16 com mais informação)

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