Está no norte do país e não tem combustível? Estes são os postos que vão ser reabastecidos

  • ECO
  • 17 Abril 2019

O sindicato nacional dos motoristas de matérias perigosas já fez saber que postos de combustível serão reabastecidos no norte do país.

O Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) já fez saber que postos de combustível serão reabastecidos nas próximas horas também no norte do país. De acordo com o Expresso e a SIC Notícias, os camiões-cisterna já estão a caminho das bombas selecionadas. Os postos lisboetas escolhidos já eram conhecidos.

Os postos de abastecimentos que serão reabastecidos são:

  • O posto de Valongo;
  • Os postos de Condeixa I e Condeixa II;
  • O posto de Arganil;
  • O posto de Braga Orfaos;
  • Os postos da Albergaria I e II;
  • O posto de Braga F Nova;
  • O posto de Carvalhos;
  • O posto de Coimbra Santa Clara;
  • O posto de São João da Pesqueira;
  • O posto de Penafiel;
  • O posto de Porto São João;
  • O posto do Gerês;
  • O posto da Maia;
  • O posto de Santa Comba Dão;
  • Os postos de Alceptro Vila da Aves e Alaceptro Póvoa de Lanhoso;
  • O postos de Alcapetro Meixomil;
  • Os postos de Alcapetro Ovar e Alcapetro Oliveira de Azemeis;
  • O postos de Alcapetro Tranbase de Paços de Ferreira;
  • Os postos da AS Francos e da AS Universidade Católica;
  • Os postos da Galp Arcozelo e AS Gaia Norte;
  • O posto de Socovira Porto e TF Gest Porto;
  • Os postos de Santa Fé Galp Gaia e Galp Espinho;
  • O posto de AS Rechousa;
  • O posto da Galp em Oliveira de Azemeis;
  • O posto de AS Gaia e Galp Avintes;
  • O posto de Galp Santa Maria da Feira;
  • Os postos de AS Viseu e Petrocentro Viseu;
  • O posto de Galp São Pedro do Sul;
  • O posto Alcapetro Canelas e Arrifana;
  • Os postos da Galp em Fafe, Basto e Ribeira da Pena;
  • Os postos da Galp em Famalicão, Viatodos e Ronfe;
  • Os postos da Galp em Esposende, Ponde de Lima e Arcos de Valdevez;
  • Os postos da Galp na Vizela e Covas;
  • O posto da Galp em Socovira Matosinhos;
  • O posto da Galp em Braga;
  • O posto da Galp na Trofa;
  • O posto da Galp em Penafiel;

Foi às 00h00 de segunda-feira que arrancou a greve dos motoristas de matérias perigosas, que se deverá estender por tempo indeterminado. Entretanto e perante a violação dos serviços mínimos, o Executivo avançou com uma requisição civil e convocou os sindicatos para reuniões.

Esta tarde, os motoristas voltam a reunir-se com o Governo, que já está mesmo a ser pressionado pelo Presidente da República para encontrar um acordo entre trabalhadores e patrões. Enquanto esse acordo não é conseguido, os sindicatos já fizeram saber que postos de combustível vão ser reabastecidos em Lisboa e no Porto, no âmbito dos serviços mínimos definidos pelo Executivo.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Está no norte do país e não tem combustível? Estes são os postos que vão ser reabastecidos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião