EDP castiga bolsa de Lisboa em dia de assembleia-geral de acionistas

A família EDP é quem mais está a penalizar o principal índice de referência nacional, num dia marcado pela assembleia-geral de acionistas da elétrica que será determinante para o futuro da OPA.

A bolsa de Lisboa arrancou a sessão em terreno positivo, mas rapidamente se deixou levar para as perdas. A família EDP é quem mais está a penalizar o principal índice de referência nacional, num dia marcado pela assembleia-geral de acionistas da empresa liderada por António Mexia, que é já uma das mais importantes na história da elétrica, uma vez que determinará o futuro da OPA da China Three Gorges.

O PSI-20 recua 0,06% para 5.369,74 pontos, acompanhando, assim, o sentimento que se vive nas restantes praças europeias. O Stoxx 600 recua 0,14%, enquanto o francês CAC desvaloriza 0,27% e o espanhol IBEX cai 0,25%.

Por cá, a penalizar a bolsa de Lisboa está, sobretudo, a EDP. A elétrica está a desvalorizar 0,67% para 3,399 euros, horas antes da realização da assembleia-geral anual, em que, além da eleição do novo presidente da mesa, poderá ser determinada a morte da oferta pública de aquisição (OPA) da China Three Gorges. É o dia D para a EDP. Também a EDP Renováveis está a registar perdas. A empresa está a cair 0,23% para 8,68 euros.

Ainda no setor da energia, a Galp está a desvalorizar 0,80% para 14,845 euros, depois de, na sessão passada, ter somado quase 4%, à boleia do aumento do preço do petróleo.

Do outro lado da linha de água, a evitar perdas maiores na praça portuguesa, está, sobretudo, a Sonae e o BCP. Enquanto a retalhista liderada por Paulo de Azevedo avança 1,02% para 0,99 euros, o banco de Miguel Maya valoriza 0,32% para 0,2494 euros.

A estrela da sessão é, contudo, a Mota-Engil, que está a somar 2,28% para 2,426 euros. Também os CTT estão a puxar pela bolsa, com uma valorização das ações na ordem dos 1,63%.

(Notícia atualizada às 8h30)

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