SAG acelera 5% e aproxima-se do preço da OPA

A empresa de importação e comércio de automóveis é a cotada que mais valoriza numa sessão em que a praça lisboeta segue em queda ligeira. A OPA de Pereira Coutinho serve de motor às ações da SAG.

A SAG foi esta quinta-feira o principal destaque da sessão bolsista lisboeta. As ações da empresa de importação e comércio de automóveis disparam 5,26%, depois de terem estado a subir 6% na sequência de uma OPA por parte do acionista João Pereira Coutinho.

A bolsa nacional fechou a sessão em queda ligeira, em sintonia com as pares europeias, com uma desvalorização de 0,09% para os 5.390,5 pontos.

A empresa de importação e comercialização de automóveis é a cotada que mais valoriza na bolsa nacional. As suas ações disparam 5,26%, para os 5,70 cêntimos, abaixo do valor proposto pela Oferta Pública de Aquisição (OPA), por parte do principal acionista João Pereira Coutinho.

Ações da SAG aceleram em bolsa

A condição de sucesso da OPA é a compra de 90% do capital da empresa, com o empresário a que é imputada uma posição de 88,8610% na SAG a oferecer uma contrapartida de 6,15 cêntimos por cada ação, valor para o qual as ações estão a aproximar-se nesta sessão.

“O objetivo é assegurar às subsidiárias da sociedade visada a continuidade da sua atividade por outra via e permitir aos acionistas venderem as suas participações na sociedade visada dado que esta deixará de operar no negócio do ramo automóvel — isto é, na principal atividade que desenvolveu desde a sua constituição”, diz o empresário em comunicado enviado ao mercado na passada terça-feira ao final do dia.

Para além da OPA, foi dada ainda conta da venda da SIVA à Porsche por um valor simbólico de 1 euro.

Mota-Engil pressiona. Lisboa cai pela terceira sessão

A Mota Engil é a cotada que mais caiu, desvalorizando 1,26% para os 2,37 euros, num dia em que a praça lisboeta esteve pintada de vermelho, com 12 cotadas a cair.

No vermelho fechou ainda ainda a EDP, depois de a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários ter anunciado, na quarta-feira que decidiu “indeferir os pedidos de registo” das ofertas públicas de aquisição sobre a EDP e a EDP Renováveis, fechando assim oficialmente o dossiê OPA.

As suas ações recuaram 0,89%, para os 3,37 euros, enquanto a participada EDP Renováveis desvalorizava 0,79% para os 8,85 euros.

 

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