Comissões no multibanco? “Não nos passa pela cabeça que seremos capazes de mudar as regras”, diz presidente do BCP

Os presidentes dos maiores bancos defenderam que se deve cobrar pela utilização das caixas automáticas. O CEO do BCP lembrou que a lei não o permite e que estava a falar de concorrência.

O CEO do BCP não espera que sejam implementados custos de levantamento em Portugal, o que lembrou é contra a lei portuguesa. Na apresentação de resultados do banco, Miguel Maya clarificou que a questão levantada por um grupo de banqueiros era um exemplo sobre regras diferentes de concorrência entre bancos na Europa.

“Não é permitido por lei cobrar. O que defendemos é que se estamos a construir uma união bancária, devíamos ter as mesmas regras. Se não se cobra, devia ser em toda a união. Não concorremos só com a esquina, mas com todos os bancos da zona euro. O mesmo negócio, a mesmas regras”, afirmou Miguel Maya, quando questionado sobre como é que o banco tencionava cobrar taxas nos levantamentos.

Os presidentes dos principais bancos nacionais defenderam esta quarta-feira que se deve cobrar pela utilização das caixas automáticas, uma vez que se trata de um serviço prestado pelas instituições financeiras. E também porque é essa a prática dos outros países europeus. Miguel Maya clarificou agora que o ponto mais relevante, na sua opinião, era o segundo.

“É mais transparente na relação com os clientes que em cada produto são conhecidos os custos associados. Não nos passa pela cabeça que seremos capazes de mudar as regras nesta matéria“, sublinhou.

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