Clientes bancários já podem reclamar através da Internet

  • Lusa
  • 25 Junho 2019

O Banco de Portugal aderiu ao Livro de Reclamações Eletrónico e a partir de 1 de julho já é possível os clientes bancários apresentem reclamações sobre instituições financeiras através da Internet.

Os clientes bancários poderão apresentar a partir de 1 de julho através do Livro de Reclamações Eletrónico reclamações relativas a instituições de crédito, sociedades financeiras, instituições de pagamento, instituições de moeda eletrónica e intermediários de crédito.

Num comunicado divulgado esta terça-feira, o Banco de Portugal explica que esta possibilidade decorre da adesão do supervisor bancário ao Livro de Reclamações Eletrónico.

“O Livro de Reclamações Eletrónico é uma plataforma digital na qual os clientes podem apresentar reclamações contra entidades de vários setores económicos, em moldes similares aos do livro de reclamações físico disponível nos locais de atendimento dessas entidades”, explica o banco central português.

Além do Livro de Reclamações Eletrónico, os clientes bancários podem também enviar a reclamação diretamente ao Banco de Portugal, através de carta ou do formulário disponível no Portal do Cliente Bancário, refere a instituição, sublinhando que “a implementação do Livro de Reclamações Eletrónico no setor financeiro não implica alterações aos procedimentos que as instituições supervisionadas devem observar no âmbito do tratamento das reclamações”.

Quando uma reclamação é submetida através do Livro de Reclamações Eletrónico é enviada automaticamente para a entidade reclamada e para a entidade reguladora do setor (o Banco de Portugal, no caso das entidades que comercializam produtos e serviço bancários de retalho).

O cliente receberá no seu endereço de correio eletrónico uma cópia da reclamação apresentada e deverá receber da entidade reclamada uma resposta à sua reclamação no prazo de 15 dias úteis.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Clientes bancários já podem reclamar através da Internet

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião