Revista de imprensa internacional

  • ECO
  • 16 Julho 2019

No dia em que o Facebook anuncia uma pausa até ao lançamento da sua moeda digital, a Libra, a Ryanair anuncia cortes em vários serviços devido à crise da Boeing.

No dia em que é notícia a suspensão do lançamento da moeda digital do Facebook, a Ryanair anuncia que fará cortes em vários serviços devido à crise da Boeing que está a afetar as suas operações. O El Corte Inglés e o Grupo Alibaba estendem a aliança que tinham feito e unem-se no mundo das viagens, enquanto na Amazon os trabalhadores protestam por melhores condições salariais. Na justiça, o ex-primeiro-ministro da Malásia continua a ser julgado por corrupção e terá gasto mais de 800 mil dólares em joalharia em apenas um dia.

Bloomberg

Facebook suspende lançamento da Libra até dúvidas do regulador estarem esclarecidas

A rede social de Mark Zuckerberg anunciou a suspensão do lançamento da moeda digital, a Libra, até que todas as dúvidas regulatórias fiquem esclarecidas e todas as aprovações necessárias sejam obtidas. Depois do anúncio do lançamento, foram vários os pontos de interrogação levantados pelos mercados e também pelos principais bancos centrais. O Facebook já esclareceu que a Libra não pretende competir com outras moedas nem interferir nas políticas monetárias. Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado, conteúdo em inglês)

Reuters

Ryanair vai cortar nos serviços devido à crise da Boeing

A Ryanair cortou as previsões do número de passageiros a transportar no verão do próximo ano face às incertezas geradas em torno da entrega de novos aviões Boeing 737 Max. A transportadora estima agora crescer durante esse período 3%, e já não 7%. Além disso, a irlandesa deverá encerrar a sua operação em alguns aeroportos. A Ryanair encomendou 135 aviões 737 Max à Boeing, um modelo que está atualmente impedido de voar depois dos dois acidentes na Ásia. A Boeing já fez algumas alterações ao software desses aviões, mas ainda não recebeu “luz verde” do regulador, que continua a duvidar da segurança dessas aeronaves. Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

Cinco Días

El Corte Inglés e Alibaba estendem aliança para o mundo das viagens

Em novembro do ano passado, o El Corte Inglés e o Alibaba assinaram uma parceria que previa a abertura de várias lojas do grupo espanhol na plataforma online e a instalação de pontos de venda físicos do grupo chinesa nas lojas do El Corte Inglés. Mas agora foi dado um novo passo, numa área onde ambos operam: as viagens. “Algo que queremos fazer no próximo ano é inserir o Viajes El Corte Inglés na nossa plataforma de viagens, a Fliggy”, anunciou Rodrigo Cipriani, diretor do Grupo Alibaba para Espanha, Itália, Portugal e Grécia. Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre, conteúdo em espanhol)

Le Monde

Em dia de Prime Day, trabalhadores da Amazon fazem greve

Um dia antes do Prime Day, que acontece esta terça-feira, 16 de julho, e oferece vários descontos aos clientes, os trabalhadores da Amazon mobilizaram-se por todo o mundo e protestaram contra as condições salariais da empresa. O movimento aconteceu na Europa e nos Estados Unidos e milhares de funcionárias denunciaram as precárias condições de trabalho que têm. “A Amazon oferece esses descontos aos clientes em detrimento dos salários dos seus próprios funcionários e da fuga à negociação coletiva”, disse Orhan Akman, do sindicato alemão Verdi. Leia a notícia completa no Le Monde (acesso livre, conteúdo em francês)

The Guardian

Ex-primeiro-ministro da Malásia gastou 800 mil dólares num dia em joalharia

Najib Razak, ex-primeiro-ministro da Malásia, terá gasto 803 mil dólares (713 mil euros) em joalharia de luxo em Itália, em 2014, de acordo com as faturas dos seus cartões de crédito, que foram apresentadas como prova durante um dos seus julgamentos. Razak foi destituído no ano passado e está a ser acusado de dezenas de crimes de corrupção, apropriação indevida de fundos e abuso de poder. Em causa estarão mais de quatro mil milhões de dólares (3,5 mil milhões de euros) desviados do fundo 1MDB, detido na totalidade pelo Ministro das Finanças da Malásia, para financiar festas, imóveis e iates. Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês)

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