Sacos de plástico ultraleves e cuvetes descartáveis têm até 2023 para desaparecer das lojas

  • ECO
  • 16 Julho 2019

A Comissão Parlamentar de Ambiente aprovou o fim dos sacos de plástico para fruta e legumes, mas decidiu alargar o prazo inicialmente previsto. De 2020 passou para 2023.

Já há data para o fim dos sacos de plástico habitualmente utilizados para a fruta e os legumes. A Comissão Parlamentar de Ambiente aprovou esta terça-feira o fim destes plásticos, mas decidiu alargar o prazo inicialmente previsto na proposta votada em abril na generalidade. A decisão vai ao encontro das reivindicações das empresas de distribuição, que pedido mais tempo de adaptação.

De acordo com a TSF (acesso livre), a proibição entrará em vigor a meio de 2023, acabando não só com os sacos de plástico ultraleves, mas também com a venda de frutas e legumes acondicionados em cuvetes descartáveis que contenham plástico ou esferovite.

Até essa data, as empresas vão ter de encontrar alternativas, sejam elas sacos de papel ou outras alternativas biodegradáveis. Por outro lado, os estabelecimentos comerciais também deverão adaptar-se, até 2023, aos consumidores que pretendam levar os seus próprios sacos para transportar a fruta ou os legumes que pretendem comprar.

Recorde-se que a proposta inicial, que é d’Os Verdes, previa o fim dos sacos de plástico para julho de 2020. Data que os socialistas propuseram (e conseguiram) alargar até julho de 2023. Um prazo, contudo, que não convence Os Verdes, ainda que a deputada Heloísa Apolónia admita que é um bom avanço para evitar que as pessoas “tragam tanto lixo” cada vez que vão ao supermercado.

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