João Magalhães Ramalho sai da PLMJ para sócio da TELLES

  • ADVOCATUS
  • 18 Julho 2019

João Magalhães Ramalho, que deixou recentemente a PLMJ, onde era sócio da área de Fiscal e responsável pelo desenvolvimento das relações com o mercado brasileiro, acaba de integrar a TELLES.

João Magalhães Ramalho, que deixou recentemente a PLMJ, onde era sócio da área de Fiscal e responsável pelo desenvolvimento das relações com o mercado brasileiro, acaba de integrar a TELLES.

Para João Magalhães Ramalho, o posicionamento sólido e consistente no mercado, aliado a um grupo de sócios e profissionais de excelência, fazem da TELLES uma das principais sociedades de Advogados de futuro, e que não deixa nenhum profissional indiferente. Além disso, o constante compromisso com os seus clientes, e em especial a procura de soluções ajustadas a cada caso, são marcas do ADN TELLES, com as quais muito me revejo. A minha integração nesta estrutura faz, portanto, todo o sentido para quem pretende continuar a evoluir e a reinventar-se, salienta.

Segundo Miguel Torres, managing partner da TELLES e sócio responsável da equipa de Fiscal, o João é um advogado reconhecido, nacional e internacionalmente, e conta com uma larga experiência na área do direito fiscal. Pelas suas qualidades humanas e profissionais é um reforço muito importante para a TELLES e, em particular, para a sua equipa de fiscal.

João Magalhães Ramalho que tem desenvolvido a sua carreira no direito fiscal, sobretudo na vertente transacional, designadamente em operações de M&A, imobiliário e clientes privados, afirma ainda que a equipa de Direito Fiscal da TELLES, baseada no Porto e em Lisboa, oferece já hoje garantias de enorme qualidade. A minha integração vem apenas reforçar a capacidade de resposta que a TELLES procura incessantemente oferecer aos seus Clientes.

Com este reforço, a TELLES passa a contar com 17 sócios.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

João Magalhães Ramalho sai da PLMJ para sócio da TELLES

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião