Fundação Yves Rocher vai premiar eco empreendedoras

  • Ricardo Vieira
  • 23 Julho 2019

Instituição vai atribuir 18 mil euros na edição deste ano do Terre de Femmes.

Já estão abertas as candidaturas para a 11.ª edição do Prémio Terre de Femmes, uma iniciativa promovida pela Fundação Yves Rocher que distingue mulheres com projetos na área do ambiente.

“Numa altura em que as questões ambientais são colocadas todos os dias em cima da mesa, queremos voltar a apoiar projetos de mulheres que fazem a diferença no nosso planeta. Esta é uma causa de todos e consideramos que temos a responsabilidade e, até mesmo, a obrigação de apoiar iniciativas que procurem reduzir a nossa pegada ecológica”, afirma Ana Ribeiro, porta-voz da Fundação Yves Rocher em Portugal.

Podem candidatar-se, até 30 de setembro, mulheres com mais de 18 anos, com um projeto eco empreendedor já implementado. Há três prémios para distinguir as melhores ideias. A primeira classificada, que estará também habilitada ao Grande Prémio Internacional do Terre de Femmes, recebe um prémio de 10 mil euros (ou 20 mil euros caso seja a grande vencedora), a segunda cinco mil euros e a terceira mulher a ser distinguida terá direito a três mil euros para impulsionar o seu projeto.

Ana Ribeiro reforça ainda que “esta distinção tem como objetivo reforçar a liderança e contribuir para a autonomização das mulheres, dando visibilidade e apoiando projetos de eco empreendedoras que trabalham todos os dias para uma pegada cada vez mais positiva”.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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