Receitas totais da Vodafone Portugal sobem 3,3% no primeiro trimestre para 261,4 milhões

  • Lusa
  • 26 Julho 2019

Rede de fibra da Vodafone Portugal já chega a 3,2 milhões de lares e empresas e grupo decide rever plano de expansão, comprometendo-se agora a atingir 5,3 milhões de lares.

As receitas totais da Vodafone Portugal subiram 3,3% no primeiro trimestre fiscal terminado em junho, face ao período homólogo de 2018, para 261,4 milhões de euros, anunciou a operadora de telecomunicações.

A Vodafone Portugal registou, no primeiro trimestre do ano fiscal 2019/20 uma subida de 3,2% das receitas de serviços, “atingindo 238,3 milhões de euros, um resultado suportado pelo crescimento consistente no serviço fixo”, refere, em comunicado.

“Já as receitas totais, que contabilizaram 261,4 milhões de euros, aumentaram 3,3% face ao ano anterior”, acrescenta.

“Suportados pelo crescimento no número de casas passadas (+0,4 milhões nos últimos 12 meses) e pelo melhor serviço de televisão, os serviços fixo e pay tv [televisão paga] são os que mais contribuem para estes resultados, apresentando crescimento a dois dígitos tanto na base de clientes, como nas receitas”, acrescenta a Vodafone Portugal.

O número de clientes de serviço fixo subiu 10,2% em termos homólogos, atingindo 738,2 mil, enquanto a base de clientes de televisão por subscrição aumentou 11,1% para 628 mil no final de junho.

“Os resultados deste primeiro trimestre do ano 2019/20 são, uma vez mais, motivo de satisfação e fator de motivação acrescida para a execução da nossa estratégia, assente na oferta da melhor experiência de comunicações em Portugal“, afirma o presidente executivo da Vodafone Portugal, Mário Vaz, citado em comunicado.

“Nesse contexto, e com o permanente investimento na modernização da nossa rede móvel, continuamos a expandir a cobertura da nossa rede de fibra. Tendo terminado este trimestre com a presença da rede de fibra da Vodafone em 3,2 milhões de lares e empresas, o plano anterior de expansão para quatro milhões foi agora objeto de revisão para um potencial de 5,3 milhões, na sequência do recente memorando de entendimento assinado com a DSTelecom”, prossegue o gestor.

“A Vodafone Portugal reafirma, assim, o seu compromisso com o país, para que, coletivamente, possamos ter sucesso na transformação digital em curso”, conclui.

A operadora de telecomunicações acrescenta que o desempenho do negócio móvel foi positivo no trimestre, “resultado de uma evolução da base de clientes (pós-pagos e pré-pagos) e de uma forte resiliência ao nível do ARPU [receita média por cliente]”, sendo que “o número de clientes atinge 4,7 milhões (+3,2% em termos anuais), dos quais 2,2 milhões são clientes 4G (+19,9%)”.

No período em análise, a penetração de smartphones na base de clientes ativa atingiu 78,5%, mais 3,8 pontos percentuais em termos homólogos.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Receitas totais da Vodafone Portugal sobem 3,3% no primeiro trimestre para 261,4 milhões

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião