Governo quer afastar Berardo da Fundação

  • ECO
  • 3 Agosto 2019

Depois do arresto das obras, um dos próximos passos será o de promover a alteração do Conselho de Administração. No limite, Governo e bancos podem avançar com a extinção da Fundação.

Joe Berardo poderá ter os dias contados à frente da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea — Coleção Berardo. O Governo, juntamente com os bancos credores, pretendem afastar o empresário da administração, admitindo mesmo que, no limite, avançar com a extinção da dona das obras de arte em exposição no Centro Cultural de Belém (CCB).

De acordo com o Expresso, que cita fonte oficiosa do gabinete da ministra da Cultura, Graça Fonseca, que o semanário confirmou junto da fundação, depois do arresto das obras, um dos próximos passos será o de promover a alteração do Conselho de Administração.

A primeira prioridade é afastar o empresário madeirense, sendo que que enquanto não for encontrada uma nova administração, será o diretor-geral a liderar a instituição em conjunto com o diretor artístico.

Depois disso e com a passagem do tempo, o regime de comodato, contrato que cede ao Estado as 862 obras de arte (1.520 peças individuais de 505 artistas), deixará de estar em vigor. Com o fim do comodato, haverá a extinção da Fundação, mas o museu estará salvaguardado.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história e às newsletters ECO Insider e Novo Normal.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Governo quer afastar Berardo da Fundação

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião