António Costa avalia fim da crise energética com périplo por pontos nevrálgicos

  • Lusa
  • 19 Agosto 2019

Executivo avalia esta segunda-feira se estão reunidas as condições para retirar o país da situação de emergência energética. Conselho de Ministros electrónico pode ser convocado ainda hoje.

O primeiro-ministro visita esta segunda-feira de manhã a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) para avaliar as condições para declarar o fim da crise energética e convocar o Conselho de Ministros para esse efeito.

A visita de António Costa à ENSE está agendada para as 08H00, e servirá para “avaliar as condições para declarar fim da crise energética e convocar o Conselho de Ministros electrónico para o efeito”, segundo a agenda do primeiro-ministro.

António Costa desloca-se em seguida, às 09H00, ao Comando Conjunto para as Operações Militares do Estado-Maior General das Forças Armadas, em Oeiras, seguindo depois para as instalações do Sistema de Segurança Interna (SIS).

O Conselho de Ministros declarou no dia 9 de agosto a situação de crise energética, para o período compreendido entre as 23H59 desse dia e as 23H59 de 21 de agosto, para todo o território nacional.

A situação de crise energética tem como objetivo garantir os abastecimentos energéticos essenciais à defesa, ao funcionamento do Estado e dos setores prioritários da economia, bem como à satisfação dos serviços essenciais de interesse público e das necessidades fundamentais da população durante a greve dos motoristas.

As limitações ao abastecimento de viaturas particulares começaram a vigorar às 23H59 do dia 11.

Foi então constituída uma Rede de Emergência de Postos de Abastecimento (REPA), integrando postos de abastecimento exclusivo para entidades prioritárias e veículos equiparados, como Forças Armadas, forças de segurança, proteção civil, emergência médica ou transporte público de passageiros.

Foi ainda constituída uma rede para abastecimento público com bombas abertas ao público em geral mas com restrições na quantidade de abastecimento.

A greve começou na segunda-feira, 12 de agosto, e foi marcada por tempo indeterminado. Na quinta-feira, o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) desconvocou a paralisação, mas o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas manteve-a e só desconvocou hoje o protesto, após um plenário de trabalhadores.

Para a próxima terça-feira está marcada uma reunião no Ministério das Infraestruturas e Habitação, em Lisboa, com vista à retoma das negociações entre a associação patronal Antram e o SNMMP.

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