Vendas da dona do Intermarché sobem 10% em 2018. Passam os 2.000 milhões de euros

  • Lusa
  • 19 Agosto 2019

As vendas do grupo que detém o Intermaché subiu para 2,2 mil milhões de euros em 2018, o que representa um aumento de 10% face ao anterior. O grupo prevê abrir cerca de 100 postos de venda até 2023.

As vendas de Os Mosqueteiros subiram 10% no ano passado, face a 2017, para 2,2 mil milhões de euros, anunciou o grupo que detém o Intermarché esta segunda-feira, prevendo a abertura de “uma centena de novos pontos de venda” no mercado português.

“O grupo Os Mosqueteiros encerrou 2018 com um volume de negócios global de 2,2 mil milhões de euros, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior”, refere a empresa em comunicado, adiantando que em Portugal conta com “320 pontos de venda que representam três insígnias: Intermarché, Bricomarché e centros auto Roady”.

Para este ano, em que comemora o 28.º aniversário em Portugal, o grupo “traçou como meta o aumento contínuo do parque de lojas, uma estratégia transversal às três insígnias presentes no país”, acrescenta.

“A estratégia, integrada num plano de expansão até 2023, prevê a abertura de cerca de uma centena de novos pontos de venda, o que constitui uma oportunidade para os empreendedores e investidores portugueses que pretendem criar o seu próprio negócio”, salienta.

No final do ano passado, o grupo contava com 249 empresários e uma superfície comercial de cerca de 400 mil metros quadrados.

“Num setor altamente concorrencial, as três insígnias conseguiram não só alicerçar os seus negócios como no conjunto cresceram a dois dígitos. Mantemos, por isso, a ambição de alargar continuamente o nosso parque de lojas até 2023, o que irá contribuir para consolidar a nossa dimensão e representatividade em Portugal”, afirma o presidente do grupo Os Mosqueteiros, Laurent Boutbien, citado em comunicado.

Além disso, permitirá também “reforçar a iniciativa empresarial, a economia e o emprego local”, acrescenta o gestor, apontando que atualmente o grupo “emprega cerca de 14 mil colaboradores em Portugal”.

O capital necessário para abrir uma loja do grupo varia consoante a insígnia, mas ronda entre os 75 mil e os 200 mil euros.

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