Mota-Engil está no top 50 das construtoras a nível mundial

Liderada por Gonçalo Moura Martins, a construtora portuguesa assume o 46.º lugar num ranking mundial, que a coloca juntamente com a espanhola ACS, com a francesa Vinci e com as grandes chinesas.

Há uma empresa que põe Portugal diretamente no top 50 das maiores construtoras a nível mundial, juntamente com a espanhola ACS ou com a francesa Vinci. A Mota-Engil é a única representante nacional que consta do ranking da Engineering News-Record (ENR), elaborado com dados de 2018, tendo subido cinco posições.

Liderada por Gonçalo Moura Martins, a construtora conseguiu alcançar o 46.º lugar. No ano anterior, com base no mesmo ranking, a empresa portuguesa estava na 51.ª posição.

A liderar o pódio das maiores construtoras a nível internacionais está o país vizinho. É a espanhola Actividades de Construccion y Servicios (ACS), com sede em Madrid, que lidera o ranking, seguida da alemã Hochtief Aktiengesellschaft e da chinesa China Communications Construction.

Também em termos de volume de negócios, a construtora conseguiu escalar na tabela. A construtora portuguesa — com receitas de 3,3 mil milhões de dólares — é a 104.ª empresa do setor da construção com maior volume de negócios. Em 2017, empresa era a 108.ª que apresentava maior volume de negócios, subindo quatro posições.

No domínio de volume de negócios, não há dúvidas. A liderança está do lado da China, com os cinco primeiro lugares a serem ocupados por construtoras chinesas, começando pela China State Construction Engineering, cujas receitas, em 2018, ultrapassaram os 170 mil milhões de dólares.

Mota-Engil com forte presença na América Latina

Nas tabelas da Engineering News-Record, há uma categoria em que a Mota-Engil aparece logo nos primeiros cinco lugares. A empresa portuguesa ocupa o 5.º lugar do ranking das maiores construtoras na América Latina. É a primeira vez que o grupo consta de um top dez regional.

A liderar está, mais uma vez a espanhola ACS, seguida da, também espanhola, Sacyr Vallehermoso. O terceiro lugar do pódio pertence à francesa Vinci, que tem em Portugal a concessão dos aeroportos.

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