Incerteza em torno da guerra comercial preocupa investidores. Wall Street procura rumo

As bolsas norte-americanas encerraram a negociação sem uma direção marcada, oscilando entre ligeiras perdas e ganhos. A nova ronda de conversações entre os EUA e a China está no centro das atenções.

A incerteza em torno das relações comerciais entre os Estados Unidos e a China voltou a pairar sobre os investidores. As bolsas norte-americanas encerraram a negociação desta quinta-feira em queda, ainda que as perdas tinham sido muito ligeiras. Só o tecnológico Nasdaq conseguiu terminar a sessão a valorizar, impulsionado pela Microsoft.

Tendo em conta a falta de certezas e evidências sobre as relações comerciais entre Washington e Pequim, Wall Street tentou procurar um rumo, mas acabou por encerrar a sessão sem uma direção marcada. Durante a negociação, os principais índices bolsistas do outro lado do Atlântico oscilaram entre ligeiras subidas e descidas, consoante o que se ia avançando sobre o tema.

A expectativa é que Donald Trump e Xi Jinping alcancem um acordo comercial na nova ronda de conversações, que deverá iniciar já em outubro. Contudo, os especialistas relembram que tal pode ser dificíl. “Se houver algum tipo de acordo, será um ‘mini acordo’, porque os Estados Unidos da América e a China ainda estão muito distantes das principais questões”, afirmou Ben Phillips, diretor de investimentos da Event Shares, citado pela agência Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês).

Neste contexto, o S&P 500 terminou a sessão a recuar 0,02% para os 3.006,04 pontos, enquanto o industrial Dow Jones desceu 0,21% para os 27.089,09 pontos. Apenas o Nasdaq resistiu a esta tendência negativa, tendo encerrado a negociação a somar 0,04% para os 8.180,79 pontos.

No mundo tecnológico, o destaque vai para a Microsoft. Os títulos da empresa liderada por Satya Nadella avançaram 1,84% para 141,07 dólares, no dia em que foi aprovado o programa de recompra de ações no valor de 40 mil milhões de dólares.

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