Ana Catarina Mendes vai ser a nova líder da bancada do PS

  • ECO e Lusa
  • 15 Outubro 2019

Ana Catarina Mendes vai substituir Carlos César como líder parlamentar do PS e José Luís Carneiro substitui Ana Catarina Mendes como secretário-geral adjunto do PS.

O secretário-geral socialista, António Costa, vai propor a dirigente Ana Catarina Mendes para o cargo de presidente do Grupo Parlamentar do PS, substituindo nestas funções Carlos César, disse à agência Lusa fonte oficial deste partido. E naquela que pode ser vista como uma reorganização do partido antes de escolher o Governo, Costa também já escolheu o até agora secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, vai substituir Ana Catarina Mendes nas funções de secretário-geral adjunto do PS.

Ana Catarina Mendes assumiu desde dezembro de 2015 até agora as funções de secretária-geral adjunta do PS e nas últimas eleições legislativas foi cabeça de lista dos socialistas no círculo de Setúbal.

Na última legislatura, enquanto “número dois” da direção do PS, Ana Catarina Mendes coordenou as campanhas deste partido nas vitórias que obteve nas eleições autarquias (2017), nas europeias (maio deste ano) e nas legislativas do passado dia 6.

Ana Catarina Mendes, que integra o chamado “núcleo duro” da direção de António Costa desde novembro de 2014, vai ser votada para a liderança parlamentar na primeira reunião da bancada socialista da nova legislatura, tal como José Luís Carneiro.

Ora a escolha de José Luís Carneiro para “número dois” da direção do PS, significa que o dirigente socialista não vai integrar o próximo Governo socialista liderado por António Costa, já que este lugar foi precisamente introduzido em dezembro de 2015 para separar as esferas governativa e de direção partidária.

José Luís Carneiro, de 48 anos, é licenciado em Relações Internacionais, mestre em Estudos Africanos, foi chefe de gabinete do Grupo Parlamentar do PS entre 2000 e 2002 na liderança de Francisco Assis, tendo mais tarde sido eleito deputado do PS. Agora, enquanto secretário-geral adjunto, terá a seu cargo a preparação do PS para as autárquicas do outono de 2021, revela o Público (acesso condicionado), já que o partido poderá ter dificuldades em manter o atual número de câmaras depois do resultado histórico conseguido nas últimas eleições autárquicas — 159 câmaras.

Presidente da Câmara Municipal de Baião entre 2 de novembro de 2005 e 23 de outubro de 2015, o ainda secretário de Estado das Comunidades Portugueses foi um dos elementos do “núcleo duro” do anterior líder do PS, António José Seguro.

Entre outras funções, foi presidente da Associação Nacional dos Autarcas Socialistas entre 4 de janeiro de 2014 e 23 de outubro de 2015 e liderou a Federação Distrital do Porto do PS (a maior deste partido no país) entre 16 de junho de 2012 e 4 de março de 2016.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Ana Catarina Mendes vai ser a nova líder da bancada do PS

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião