Lisboa fecha em alta impulsionada pela energia e CTT

A bolsa de Lisboa acompanhou a tendência positiva sentida na Europa. As energéticas e os CTT destacam-se nos ganhos.

A bolsa de Lisboa fechou em alta, impulsionada pelas energéticas e pelos CTT, cujos títulos estão a recuperar desde o início de outubro, bem como pelo BCP. A praça lisboeta acompanhou assim a tendência positiva sentida pela Europa.

O PSI-20 avançou 0,48% para os 5.082,04 pontos. Das 18 cotadas, dez terminaram a sessão em alta, elevando o índice de referência português acima da linha de água. No extremo oposto, foram sete as que fecharam em queda, e uma, a F. Ramada, permaneceu inalterada.

O destaque vai para os CTT, que avançaram 4,03% para os 2,63 euros, o que é o valor mais alto em quase seis meses. Após um período de forte turbulência que atirou os títulos para mínimos históricos, a cotação da ação está em recuperação desde o início do mês.

Entre os ganhos, nota ainda para o setor da energia, que contribuiu para o desempenho do PSI-20. A Galp Energia avançou 1,88% para os 14,14 euros, e a EDP subiu 1,05% para os 3,64 euros. Outro dos pesos pesados da bolsa, o BCP, surgiu também nesta sessão, ao valorizar 0,84% para os 0,2036 euros.

Já em “terreno” vermelho, encontra-se a Semapa, que caiu 1,09% para os 12,7 euros, e a Sonae, que recuou 0,76% para os 0,91 euros. A REN foi outra das cotadas que registou perdas nesta sessão, de 0,38% para os 2,62 euros.

No Velho Continente, a generalidade das praças fechou o dia em alta. O índice de referência pan-europeu, o Stoxx 600 subiu, 0,40%, o espanhol IBEX 35 avançou 0.81% e o alemão DAX valorizou 0,62%. Já o britânico FTSE 100 subiu 0,91%, numa altura em que o Reino Unido ainda aguarda a decisão oficial da União Europeia sobre uma extensão do Brexit.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Lisboa fecha em alta impulsionada pela energia e CTT

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião