Novo Governo faz primeira viagem em autocarros da Carris movidos a gás natural

  • Lusa
  • 26 Outubro 2019

A viagem entre o palácio da tomada de posse dos membros do executivo e o local onde o Conselho de Ministros se reuniram pela primeira vez foi feita em dois autocarros movidos a gás natural. 

O ministro das Finanças, Mário Centeno, acompanhado pela ministra da Saúde, Marta Temido à chegada para a primeira reunião do conselho de ministros após a tomada de posse do XXII Governo Constitucional.Os membros do XXII Governo Constitucional viajaram este sábado em dois autocarros da rodoviária lisboeta Carris, numa carreira que ligou o Palácio Nacional da Ajuda à Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa.

A viagem entre o palácio da tomada de posse dos membros do executivo e o local onde o Conselho de Ministros se reuniram pela primeira vez foi feita em dois autocarros movidos a gás natural. A fotografia de família do novo Governo foi tirada na escadaria da Presidência do Conselho de Ministros.

 

Inicialmente eram três os veículos amarelos estacionados junto ao Palácio Nacional da Ajuda, com o sinal de “reservado” na frente, mas um acabou por ser retirado dali. Os 70 governantes saíram, então, divididos entre os dois primeiros autocarros.

O secretário de Estado do Orçamento, Mourinho Feliz, foi o primeiro a entrar no transporte, pelas 12h50, segundos depois de as portas se abrirem.

O primeiro-ministro, António Costa, seguiu no primeiro veículo estacionado, e com ele seguiram, entre outros, o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, a ministra da Cultura, Graça Fonseca, o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Matos Fernandes, bem como a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque.

À medida que os ministros e secretários de Estado iam abandonando o Palácio da Ajuda, saindo por portas distintas, iam entrando nos autocarros.

Às 13h07, os dois veículos reservados ao novo executivo deixaram a Ajuda com alguns membros a viajarem sentados e outros de pé.

Os membros do Governo optaram por não falar aos jornalistas nem à chegada nem à saída da cerimónia de tomada de posse, tendo o primeiro-ministro seguido o exemplo e dito apenas: “boa tarde” enquanto se deslocava entre a porta do palácio e o autocarro em que seguiu.

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