Tráfego na Brisa Concessão Rodoviária aumentou 4,1% até setembro

  • Lusa
  • 13 Novembro 2019

Durante os meses de verão deste ano, o tráfego na Brisa "ultrapassou o seu máximo histórico", com um crescimento orgânico de 2,9%.

O tráfego na Brisa Concessão Rodoviária aumentou 4,1% nos primeiros nove meses deste ano, tendo ultrapassado o “máximo histórico” nos meses de verão, segundo informação enviada esta quarta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A Brisa informa em comunicado que o aumento de 4,1% no tráfego até setembro foi “suportado por um crescimento orgânico de 4,7%” e, “durante os meses de verão, o tráfego ultrapassou o seu máximo histórico“, com um crescimento orgânico de 2,9%.

De acordo com a empresa, o tráfego foi “negativamente influenciado” por vários fatores, nomeadamente, efeito de calendário, greve dos motoristas de veículos pesados, em agosto, e interrupção de tráfego na A1 em setembro, devido a fogos florestais na região. No conjunto, o impacto destes fatores foi negativo em 1,4%, informa a empresa.

No segundo trimestre, o crescimento do tráfego tinha sido de 6,3%, após o aumento de 5,6% nos primeiros três meses do ano. No documento enviado à CMVM, a Brisa revela ainda que todas as autoestradas registaram um crescimento positivo de TMD [Tráfego Médio Diário] nos primeiros nove meses do ano, “conforme se tem verificado nos últimos anos”.

O TMD nos primeiros nove meses deste ano foi de 25.916 veículos, de acordo com a concessionária, um valor superior aos 25.530 veículos registados em igual período de 2018.

Do total do tráfego contabilizado, 94,4% foi de veículos ligeiros e 5,6% de pesados. Em termos de evolução, os pesados cresceram mais, 6%, enquanto os ligeiros aumentaram 4% em TMD no período em análise. A A1 é a concessão que mais peso tem na circulação da Brisa, com 45% do total, seguida da A2, com 18,5%.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Tráfego na Brisa Concessão Rodoviária aumentou 4,1% até setembro

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião