OA: Guilherme Figueiredo e Menezes Leitão defrontam-se em segunda volta

Guilherme Figueiredo, atual bastonário da OA, e Luís Menezes Leitão, presidente do Conselho Superior, vão se defrontar novamente nos próximos dias 11, 12 e 13 de dezembro.

Findo o processo eleitoral para o triénio 2020-2022, o próximo bastonário da Ordem dos Advogados será eleito numa segunda volta. Guilherme Figueiredo, atual bastonário da OA, e Luís Menezes Leitão, presidente do Conselho Superior, vão se defrontar novamente nos próximos dias 11, 12 e 13 de dezembro.

Na primeira volta Guilherme Figueiredo somou 6.121 votos (25,37%) e Luís Menezes Leitão arrecadou 4.677 votos (19,38%). Ficando fora da segunda volta, o candidato António Jaime Martins conseguiu 4.264 votos (17,67%), Varela de Matos angariou 2.221 votos (9,2%), Ana Luísa Lourenço 1.735 (7,1%) e Isabel Silva Mendes 1.081 (4,4%).

Nestas eleições votaram 24.126 advogados e registaram-se 3.595 votos em branco e 432 invalidaram o voto.

Além das eleições para bastonário e Conselho Geral da OA, os advogados escolheram os próximos titulares do Conselho Superior, Conselho Fiscal, Conselho de Deontologia e os conselhos regionais do Porto, Coimbra, Lisboa, Évora, Faro, Açores e Madeira, direção e Conselho de Fiscalização da CPAS.

Para o Conselho Superior a nova representante é Paula Lourenço, no Conselho Fiscal Jorge Bacelar de Gouveia e na CPAS Carlos Pinto de Abreu.

Nos Conselhos Regionais ganhou em Lisboa João Massano. Enquanto no Porto venceu Paulo Pimenta, em Coimbra, António Sá Gonçalves, em Évora, Tiago Falcão e Silva, em Faro, Cristina Seruca Salgado, na Madeira, Paula Margarido e nos Açores, Rosa Ponte.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

OA: Guilherme Figueiredo e Menezes Leitão defrontam-se em segunda volta

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião